Problemas pelo efeito da estiagem sobre a floração das lavouras
A floração do cafezal é o primeiro anúncio da safra vindoura. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé..
A floração do cafezal é o primeiro anúncio da safra vindoura. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé..
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, V. Josino, engenheiro agrônomo e Reginaldo Araujo, Tec. Agropecuária São Thomé.
As cultivares de arábica foram registradas no Mapa pela Fundação Procafé. Por José Braz Matiello, Saulo R. de Almeida, M.B. da Silva e Iran B. Ferreira, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé e C.H. S. Carvalho, pesquisador da Embrapa-café.
A cercosporiose é a segunda doença em importância na cafeicultura brasileira, depois da ferrugem. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Gianno Britto, engenheiro agrônomo e consultor em cafeicultura.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Luciano Resend, engenheiro agrônomo do Programa Bule Cheio (Faerj-Senar).
Regiões de altitude elevada sofrem com o efeito de ventos frios, os quais provocam entortamento de plantas. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Vanderley C. Silva, da Fazenda Vista Bela.
Planta parasita gera problemas no Planalto e Chapada da Bahia e Zona de Montanha, no Espirito Santo. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé
Problema pode ser decorrente da distribuição de adubo fosfatado no plantio. Por José Braz Matiello, Marcelo Jordão e Iran Ferreira, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello, Saulo R. de Almeida e Iran B. Ferreira- engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Se o cafezal podou, fungicida de solo precisou, por Matiello e Saulo R. Almeida, da Fundação Procafé e Lucas Franco e José Renato Dias, da Fazendas Sertãozinho
Na 2ª semana de abril corrente estive em visita aos 5 principais países cafeeiros da América Central, para transmitir, através de palestras, a experiência brasileira no controle da ferrugem do cafeeiro. Aproveitei, também, para observar as condições em que se encontram os cafezais e a sua produção, diante do ataque dessa doença e de outros problemas pelos quais a cafeicultura regional tem passado nos 2 últimos anos.
A cafeicultura de montanha é responsável por um volume de produção anual de cerca de 13-15 mi de sacas de café no Brasil, sendo a principal fonte de empregos no setor agrícola daquelas regiões. Mas, apesar dos grandes avanços já obtidos, as perspectivas não são boas, diante do fato da mão de obra estar se tornado cada vez mais cara, escassa e de baixa produtividade. Por José Braz Matiello
Iniciando o projeto de parceria de conteúdo do CaféPoint com a Fundação Procafé, J.B. Matiello, engenheiro agrônomo da instituição e também do Mapa, expõe em seu artigo os desafios que envolvem o controle da 'broca do café', trazendo um panorama desde o início da cafeicultura do país até os dias atuais, em que novos desafios aparecem com a proibição do inseticida Endosulfan. Confira
O gesso agrícola é indicado, normalmente, como fonte de cálcio, enxofre e corretivo, reduzindo o alumínio tóxico e carreando bases para camadas mais profundas do solo. Para essas finalidades, trabalhos de pesquisa realizados dão base para a recomendação de doses em condições de solo que oferecem respostas adequadas. Outra alternativa de uso do gesso nas lavouras cafeeiras tem sido levantada, nos últimos anos, por um grupo de técnicos, os quais vem difundido o uso de gesso, em doses muito elevadas, para atuar como um condicionador de solo, buscando melhoria na condição de suprimento de água para o cafeeiro, o que denominam de irrigação branca.