45 anos com a ferrugem do cafeeiro
Disso tudo tiramos uma lição. Para enfrentarmos um problema grave precisamos investir com seriedade. Por José Braz Matiello e Saulo R.de Almeida, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Disso tudo tiramos uma lição. Para enfrentarmos um problema grave precisamos investir com seriedade. Por José Braz Matiello e Saulo R.de Almeida, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Fundação Procafé alerta sobre doença registrada pelo primeira vez em cafezais brasileiros. Por José Braz Matiello, Saulo R. de Almeida, C.A. Krohling e Helcio Costa, L.M. Busato e J. Stockl.
O melhor uso para a casca do cereja é o seu retorno para as lavouras, para servir de adubo. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Na presente florada, de novembro de 2014, acabamos de efetuar uma avaliação que passamos a relatar. Por José Braz Matiello, S.R.de Almeida e Ana Carolina R. Paiva, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Duas novas observações sobre fisiologia, particularmente, no aspecto da floração de cafeeiros. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Ramificação adicional pode representar, por exemplo, maior área produtiva na safra seguinte. Por José Braz Matiello e Saulo R. de Almeida, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Sob condições normais, o cafeeiro arábica mantém sua característica de unicaule, mas em casos de estresse brotos chamados de ladrões são emitidos. Por José Braz Matiello e Saulo R. de Almeida, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, M.L. Carvalho - engenheiro agrônomo Fazenda Reunidas LeS, Hugo Siqueira- engenheiro agrônomo Senar-FAERJ e C.A. Krohling- engenheiro agrônomo e consultor.
Por José Braz Matiello e Saulo R. de Almeida, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello e Saulo R. de Almeida, M.B. da Silva, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
A operação com a colhedeira causa desfolha e lesões na ramagem, exigindo cuidados do operador. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A floração do cafezal é o primeiro anúncio da safra vindoura. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé..
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, V. Josino, engenheiro agrônomo e Reginaldo Araujo, Tec. Agropecuária São Thomé.
As cultivares de arábica foram registradas no Mapa pela Fundação Procafé. Por José Braz Matiello, Saulo R. de Almeida, M.B. da Silva e Iran B. Ferreira, engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé e C.H. S. Carvalho, pesquisador da Embrapa-café.
A cercosporiose é a segunda doença em importância na cafeicultura brasileira, depois da ferrugem. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Gianno Britto, engenheiro agrônomo e consultor em cafeicultura.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Luciano Resend, engenheiro agrônomo do Programa Bule Cheio (Faerj-Senar).
Regiões de altitude elevada sofrem com o efeito de ventos frios, os quais provocam entortamento de plantas. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Vanderley C. Silva, da Fazenda Vista Bela.
Planta parasita gera problemas no Planalto e Chapada da Bahia e Zona de Montanha, no Espirito Santo. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé
Problema pode ser decorrente da distribuição de adubo fosfatado no plantio. Por José Braz Matiello, Marcelo Jordão e Iran Ferreira, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello, Saulo R. de Almeida e Iran B. Ferreira- engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Se o cafezal podou, fungicida de solo precisou, por Matiello e Saulo R. Almeida, da Fundação Procafé e Lucas Franco e José Renato Dias, da Fazendas Sertãozinho
Na 2ª semana de abril corrente estive em visita aos 5 principais países cafeeiros da América Central, para transmitir, através de palestras, a experiência brasileira no controle da ferrugem do cafeeiro. Aproveitei, também, para observar as condições em que se encontram os cafezais e a sua produção, diante do ataque dessa doença e de outros problemas pelos quais a cafeicultura regional tem passado nos 2 últimos anos.
A cafeicultura de montanha é responsável por um volume de produção anual de cerca de 13-15 mi de sacas de café no Brasil, sendo a principal fonte de empregos no setor agrícola daquelas regiões. Mas, apesar dos grandes avanços já obtidos, as perspectivas não são boas, diante do fato da mão de obra estar se tornado cada vez mais cara, escassa e de baixa produtividade. Por José Braz Matiello
Iniciando o projeto de parceria de conteúdo do CaféPoint com a Fundação Procafé, J.B. Matiello, engenheiro agrônomo da instituição e também do Mapa, expõe em seu artigo os desafios que envolvem o controle da 'broca do café', trazendo um panorama desde o início da cafeicultura do país até os dias atuais, em que novos desafios aparecem com a proibição do inseticida Endosulfan. Confira