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Segundo Herszkowicz, ainda é bastante cedo para falar da safra 2018/2019

PRODUÇÃO

EM 04/09/2017

2 MIN DE LEITURA

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Por Camila Cechinel

Enquanto a colheita do café no Brasil se aproxima do fim, especialistas já repercutem o tamanho da safra do ano que vem. O que se noticia desde o início do ano é que a temporada 2018/2019 ficará em torno de 60 milhões de sacas no país, volume considerado recorde. No entanto, para o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, ainda é bastante cedo para falar em números. 

Foto: Lucas Albin/Agência Ophelia
                                 Foto: Lucas Albin/Agência Ophelia

De acordo com o especialista, tratar das expectativas para a safra de café do ano que vem é sempre muito delicado, uma vez que o mercado vive em uma equação oferta versus demanda que afeta diretamente os preços do produto. "Quando existe um prognóstico de safra grande, o temor é o preço baixar. Já na safra pequena, os valores tendem a disparar", explica. 

A associação vem estudando como promover uma ampla discussão sobre os temas abastecimento e suprimento para a exportação e o consumo interno de café, tendo em vista que estimativas preveem uma safra de 60 milhões de sacas no próximo ciclo. Porém, a dificuldade da  está em encontrar um método que permita aos envolvidos analisarem os fatos de maneira objetiva. "O debate será bom se conseguirmos reunir todos os agentes da cadeia produtiva. Só assim os preços da mercadoria fluirão de maneira mais harmônica, sem criar expectativas que acabam não se realizando", disse Herszkowicz.
Para o diretor-executivo é importante que toda a cadeia produtiva do café olhe para médio e longo prazo e pense nos negócios do ano que vem, e não apenas se em 2018 terá mais ou menos produto. A intenção é fazer com que não ocorra, novamente, o que houve no ano passado, onde todo mundo perdeu com a queda das exportações brasileiras e com a indústria sem suprimento de conilon, precisando fazer mudanças nos blends e alteração nos custos devido a seca que atingiu o Espírito Santo, principal produtor da espécie no Brasil. 

"Não foi culpa de ninguém, nem dos produtores nem da indústria. Mas mudanças climáticas acontecem e temos que tratar de forma diferente, parar de pressupor e tentar buscar soluções", disse, explicando: "teremos café no ano que vem. A questão é como veremos o mercado não perder negócios". 

Para a safra 2017/2018, a Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), que integra mais de 200 municípios nas regiões do Sul e Cerrado de Minas e Média Mogiana no Estado de São Paulo, prevê uma queda de 20% na produção, devido a uma safra de grãos miúdos. De acordo com Herszkowicz, os números deixam o mercado preocupado e fazendo contas o tempo inteiro: "a safra de conilon este ano será próxima do volume de 2016. Se a safra de arábica quebrar tanto assim, imaginamos um segundo semestre com abastecimento muito apertado", finaliza. 

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