Vietnã preocupa e café fecha em alta na bolsa de NY
Os preços do café fecharam com alta forte na Bolsa de Nova York, sustentados pela escassez do grão no curto prazo. Cresce a preocupação de que cafeicultores do Vietnã, segundo maior produtor mundial, segurem a venda da nova safra à espera de preços mais altos.
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A desvalorização do dólar ante outras divisas durante o pregão nova-iorquino também contribuiu para a alta do café e de outros produtos agrícolas negociados naquela bolsa. Mas no final da tarde, a moeda norte-americana voltou a subir por causa de uma notícia do Financial Times dizendo que a agência de classificação de risco Standard & Poor's colocaria em revisão negativa o rating triplo A de seis países europeus: Alemanha, França, Holanda, Áustria, Finlândia e Luxemburgo. Quando a informação surgiu, vários mercados agrícolas já estavam fechados em Nova York. Não foi o caso, contudo, da Bolsa de Chicago, onde as cotações dos grãos abriram em alta, inverteram a direção e aprofundaram a queda após a notícia do FT.
O contrato janeiro da soja recuou 0,84%, para US$ 11,2625 por bushel; o março do milho recuou 0,71%, para US$ 5,91 por bushel e o mesmo vencimento do trigo cedeu 2,24%, para US$ 6,1150 por bushel. O mercado de grãos também foi pressionado por dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostrando que as exportações do país seguem fracas.
As informações são do Estado de São Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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