A Vale anunciou ontem (13), em comunicado, "mais um passo" de sua expansão no segmento de fertilizantes, acelerada em janeiro com o anúncio da aquisição dos ativos minerais da divisão de adubos da americana Bunge no Brasil, incluindo o controle da Fosfertil. A empresa recebeu da Administração Estadual de Meio Ambiente do Estado de Sergipe (Adema) a licença prévia do Projeto Carnalita, "que será a maior planta de extração de potássio do Brasil quando entrar em operação".
O potássio é uma das três matérias-primas básicas para a produção de fertilizantes e é mais escasso no Brasil do que fosfato - foco da Fosfertil - e do que o nitrogênio. Em geral, as importações cobrem 70% da demanda nacional por adubos, mas no potássio o percentual chega a 90%. Segundo a Vale, "se os estudos de viabilidade econômica em curso forem aprovados", o Projeto Carnalita contará com uma unidade com capacidade inicial de produção estimada em torno de 1,2 milhão de toneladas anuais de cloreto de potássio, que deverá começar a operar em 2014.
A Vale já opera, em Sergipe, a mina de Taquari-Vassouras, e tem outros projetos na área de fertilizantes no Peru e no Canadá.
A reportagem é do jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.
Vale recebe licença para extração de potássio no SE
A Vale anunciou ontem (13), em comunicado, "mais um passo" de sua expansão no segmento de fertilizantes. A empresa recebeu da Administração Estadual de Meio Ambiente do Estado de Sergipe (Adema) a licença prévia do Projeto Carnalita, "que será a maior planta de extração de potássio do Brasil quando entrar em operação".
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