Uganda: UCDA planeja direcionar melhora na qualidade do café

A Autoridade de Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA) está implementando um projeto de três anos no Centro de Excelência de Robusta (CORE).

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A Autoridade de Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA) tem aumentado seus esforços para salvar o café robusta e aumentar seu mercado para beneficiar os produtores e os consumidores.

O gerente de desenvolvimento da UCDA, Apollo Kamugisha, disse que houve um declínio na produção de café e na qualidade de seus produtos. “Com a liberação da indústria do café, muitos players entraram no mercado e começaram a competir e os atributos de qualidade declinaram, ainda que o café seja a maior colheita do país”.

Assim, em um esforço para melhorar a qualidade, Kamugisha disse que a UCDA está implementando um projeto de três anos no Centro de Excelência de Robusta (CORE) com o suporte do abiTrust.

Isso visa desenvolver uma cadeia sustentável de café através do desenvolvimento de tecnologias, inovações, exploração e condução de pesquisas específicas para fornecer informações precisas com o objetivo de melhorar as receitas das famílias e criar uma cultura de café.

Kamugisha disse que o CORE é designado a construir capacidade de vários acionistas, melhorar a qualidade do café robusta garantindo melhores práticas com relação aos princípios de segurança e aplicação de padrões.

O projeto também promove a produção de robusta através da introdução de tecnologias, de pesquisa e desenvolvimento e promoção da produção de café no país. Entre outras intervenções, o CORE está implementando um projeto piloto de rastreabilidade para aumentar a confiança dos clientes.

“Os mercados querem um bom café e uma grande preocupação tem sido sobre como o café pode ser rastreado aos produtores em que esses são ensinados e introduzidos às melhores práticas agronômicas de café, manejo, processamento e marketing”.

Ele disse que a rastreabilidade tem sido aplicada há um ano e meio em Uganda para fazer com que os produtores amem seu café e obtenham uma recompensa satisfatória. Ao final de três anos, ele espera que os produtores melhorarem as plantações de café e usem boas práticas agronômicas.

As informações são do AllAfrica.com / Tradução por Juliana Santin 
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