Alguns embarques de café para o Porto de Tohoku, no norte do Japão, foram adiados como consequência do terremoto e tsunami que devastaram o país no início deste mês. Porém, o volume é extremamente pequeno, uma vez que grande parte das importações é feita pelos portos em Yokohama, Kobe e Nagoya, regiões que não foram afetadas pela catástrofe, de acordo com um executivo da indústria.
O terremoto não deverá elevar os preços do grão no curto prazo, já que café não é um item de prioridade, com consumidores focando mais em itens essenciais, como a água, neste momento, afirmou um executivo da Associação de Café All Japan.
As principais companhias de café instantâneo e torrefadoras haviam afirmado que reajustariam seus preços de 10% a 15% em março ou abril, refletindo as cotações internacionais elevadas do grão e não o terremoto de 11 de março.
A Organização Internacional do Café (OIC) estimou o consumo da commodity no Japão em cerca de 7,3 milhões de sacas de 60 quilos em 2010.
A matéria é de Laura Ruschel, para Agência Safras, com informações de agências internacionais.
Terremoto do Japão limita pouco as importações
Alguns embarques de café para o Porto de Tohoku, no norte do Japão, foram adiados como consequência do terremoto e tsunami que devastaram o país no início deste mês. Porém, o volume é extremamente pequeno, uma vez que grande parte das importações é feita pelos portos em Yokohama, Kobe e Nagoya, regiões que não foram afetadas pela catástrofe, de acordo com um executivo da indústria.
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