Stephanes promete PAC para o setor agrícola

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, garantiu que o setor agrícola terá um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) específico. Entre outras medidas o PAC agrícola, deve incluir juros menores para financiamentos, mas não deve beneficiar a renegociação de dívidas já vencidas. E reiterou que os recursos para a área de defesa animal não serão contingenciados.

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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, não definiu nenhuma data, mas ele garantiu que o setor agrícola terá um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) específico. Entre outras medidas o PAC agrícola, deve incluir juros menores para financiamentos, mas não deve beneficiar a renegociação de dívidas já vencidas.

De acordo com reportagem de Gustavo Porto, Venilson Ferreira, Adriana Rota e Raquel Massote, do jornal O Estado de S.Paulo, a maior parte dos financiamentos agrícolas é feita com juros de 8,75% ao ano. Os produtores pediram, por meio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), uma redução para até 4,5% ao ano.

Ao passar pela 73ª Exposição Internacional de Gado Zebu (Expozebu), em Uberaba (MG), Stephanes reiterou o que já havia dito o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: que os recursos para a área de defesa animal não serão contingenciados. E mais: além dos recursos já definidos, existe ainda a previsão de mais R$ 80 milhões para serem aplicados na vigilância da fronteira seca do país.
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Jose Eduardo Ferreira da Silva
JOSE EDUARDO FERREIRA DA SILVA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS

EM 08/05/2007

O planos do governo Lula são duvidosos.É só lembrar do 1º programa de governo, lançado no discurso de posse do 1º mandato, o natimorto "Fome Zero". O PAC emPACou.

O governo Lula é bom de festas nababescas para lançar planos (de eficiência duvidosa). Pena que nunca consegue implementar nada.

Ainda é cedo. Mas ministro, um conselho: caia na real, pois o senhor não tem, efetivamente, a caneta na mão.

Os donos da caneta ainda são a D. Dilma e o Sr. "Manteiga" (liso!). Vais ter de passar o chapéu por lá, e é aí que reside o problema.

Se queres de fato entrar na galeria dos grandes ministros da agricultura faça o melhor que estiver ao seu alcance.

Brigue por fazer um controle sanitário vegetal e animal sério e de primeiro mundo. Brigue com os xiitas do PT para que façam cumprir a medida provisória que estabelece que fazendas invadidas por sem terra vão pro final da fila da reforma agrária.

Seja o grande "vendedor" da Embrapa e das universidades, pois elas garantirão o futuro da competitividade, a geração de tecnologia, e estas instituiições precisam de dinheiro hoje!

Brigue bravamente pela inserção do agronegócio brasileiro nos mercados internacionais. Infra-estrutura ainda é um dos maiores gargalos do setor no Brasil.

Isso é sério, e o PAC não parece ter gás para resolver os gargalos logísticos. Isso é muitíssimo grave.

Denuncie sempre a condução incorreta da macroeconomia. Isso afeta muitíssimo todo o agronegócio.

O senhor está assumindo um risco com essa briga por menores juros do crédito rural que pode te custar caro.

É óbvio que os juros tem de cair. Mas o senhor não tem controle sobre isso (lembra-se da caneta?). Está numa enrascada ministro! Está tentando ficar bonito numa foto que não vai ser tirada com a sua máquina.

Boa sorte...

...pra nós!
Gustavo Fernando Ribeiro de Oliveira
GUSTAVO FERNANDO RIBEIRO DE OLIVEIRA

UBERABA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 07/05/2007

Um Plano de Aceleração do Crescimento é um dos pontos positivos do governo brasileiro, mas o juro está bastante elevado a nível de pequeno produtor que precisa fazer algum investimento ou custeio agropecuário para melhorar sua produção.

Ficaremos de olho no mercado vendo o que nosso Presidente da República pode fazer por nós.

Gustavo
fabio minghini de campos
FABIO MINGHINI DE CAMPOS

RIBEIRÃO CLARO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE

EM 07/05/2007

O ministro está certo em querer abaixar os juros, mas não é só isso que precisamos e sim de uma política de respeito ao produtor, pois estamos a mercê de um mercado especulativo onde o produto é desvalorizado (vide a aftosa no Paraná) onde o produtor foi quem pagou o pato.

Precisamos urgente de respeito!
José Oton Prata de Castro
JOSÉ OTON PRATA DE CASTRO

DIVINO DAS LARANJEIRAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 06/05/2007

Nada mais justo que a redução dos juros para agricultura/pecuária para 4,5%, como forma de alavancar a atividade primária da economia, geração de emprego e renda, dando dignidade ao homem do campo.
Nagato Nakashima
NAGATO NAKASHIMA

CURITIBA - PARANÁ - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 04/05/2007

Desde que haja critério para implementação temos a convicção de que é uma grande alternativa para tirar a pecuária da crise, iniciada nos anos 60 e 70 do século passado.