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De acordo com dados do Registrar of Companies, a Tata Starbucks, unidade da Índia formada em parceria com o Grupo Tata, registrou vendas líquidas de Rs 2,72 bilhões (US$ 41,64 milhões), crescimento de 14% durante o ano encerrado em março de 2017, e reduziu as perdas para Rs 320 milhões (US$ 4,9 milhões). Há um ano, a Starbucks registrou vendas de Rs 2,39 bilhões (US$ 36,6 milhões), crescimento de 39%, com uma perda líquida de Rs 410 milhões (US$ 6,27milhões).
Com 91 lojas até março deste ano, cálculos mostram que cada loja da Starbucks vendeu café, lanches e mercadorias no valor de Rs 30 milhões (US$ 459.355).O valor é três vezes maior do que o maior rival do mercado, o Coffee Day Enterprises, que administra a maior cadeia de cafés do país, a Cafe Coffee Day. A marca teve receitas de varejo de Rs 14,23 bilhões (US$ 217,88 milhões) de 1.682 pontos de venda, ou cerca de Rs 8,4 milhões (US$ 128.619) em vendas anuais por loja.
A Westlife Development, operadora do McDonald's no oeste e sul da Índia, teve uma receita de Rs 36 milhões (US$ 551.226) por loja em média. De acordo com especialistas, o desempenho da Starbucks no país estabilizou após os primeiros anos de alto crescimento.
"A Índia é um mercado sensível aos preços, onde as marcas têm seu próprio ciclo de crescimento. Com a entrada da nova região, as marcas globais recebem atenção, o que mais tarde se estabiliza. O preço premium da Starbucks também é um desafio para abrir lojas em locais mais novos", disse o diretor da consultoria de varejo Elargir Solutions, Ruchi Sally,
A unidade indiana da empresa abriu quase 75 lojas até 2015 e adicionou 16 cafés desde então.
As informações são do The Economic Times / Tradução Juliana Santin