Segundo relatório divulgado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em janeiro de 2017, os cafés diferenciados representaram 14,9% das exportações brasileiras, enquanto que no primeiro mês deste ano, este número subiu para 21,1%.
Foram vendidas um total de 2.490.023 sacas por um preço médio de US$ 161,01 – tendo um decréscimo de 8,5% em comparação com o mesmo período do ano passado, onde o preço ficou por volta de US$ 175,96. Deste número, quase um quarto pode ser representado pelos cafés diferenciados: 524.851 sacas, com um preço médio de US$ 189,39.
Do volume total, 93% corresponderam ao café arábica, com 2.316.280 sacas. Já o restante foi composto por café solúvel (160.766 sacas vendidas, representando 6,5%) e café robusta (com 11.320 sacas, tendo 0,5% de participação).
Desde março de 2017, os Estados Unidos era o principal destino dos grãos brasileiros, porém, em janeiro deste ano, a Alemanha assumiu o primeiro lugar da lista. O país europeu foi responsável por comprar 513.070 sacas, tendo participação de 20,6% das exportações, enquanto que o país norte-americano adquiriu 444.726 sacas, representando 17,9%.
Se tratando apenas dos cafés diferenciados, os principais importadores foram: Estados Unidos (140,742 sacas), Alemanha (79.982), Bélgica (52.824), Japão (52.652) e Reino Unido (41.791).