RO busca melhor remuneração, aproximando comprador

Produzido em pequenas propriedades, com baixo nível tecnológico e mão-de-obra familiar, o café de Rondônia acaba sendo comercializado a preços baixos. Para melhorar a remuneração, aproximando os produtores dos compradores que exportam o grão, o assistente técnico da Emater, Benedito Alves, vai a São Paulo nesta semana em busca de novos mercados. O produtor perde entre R$ 10 e R$ 15 na venda de cada saca para intermediários. "O contato direto com o exportador pode forçar a melhora do preço para o cafeicultor de Rondônia", acredita.

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Produzido em pequenas propriedades, com baixo nível tecnológico e mão-de-obra familiar, o café de Rondônia acaba sendo comercializado a preços baixos. Para melhorar a remuneração, aproximando os produtores dos compradores que exportam o grão, o assistente técnico da Emater, Benedito Alves, vai a São Paulo nesta semana em busca de novos mercados.

Uma das principais metas é eliminar os intermediários. Segundo Alves, o produtor perde entre R$ 10 e R$ 15 na venda de cada saca para intermediários. "O contato direto com o exportador pode forçar a melhora do preço para o cafeicultor de Rondônia", acredita.

Segundo ele, outro problema é que muitas vezes o que chega ao comprador dos grandes centros é o refugo do café do estado, o que não reflete o quadro rondoniense, cujos cafeicultores produzem café tipo exportação, informou notícia da Folha de Rondônia.
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Francisco Celestino de Araújo
FRANCISCO CELESTINO DE ARAÚJO

THEOBROMA - RONDÔNIA - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 23/07/2007

Parabéns ao Sr. Benedito e à Emater-RO pela iniciativa pois, precisamos valorizar nosso produto e mostrar para o Brasil a qualidade do nosso conillon.