Desde 2006, pesquisas no Sul de Minas e na micro-região localizada na Face Minas Gerais da Serra da Mantiqueira são realizadas pela equipe do laboratório Geosolos (Epamig/UFLA/Embrapa Café), cujos resultados confirmam a existência de uma condição ambiental privilegiada e um modo de cultivo semelhante, com potencial para produção de cafés finos.

Segundo a pesquisadora da Embrapa Café, Helena Maria Alves, o registro de IG é uma alternativa para a diferenciação do café, o que confirma a sua notoriedade e possibilita um nível de organização e informação sobre o mercado, imprescindíveis para a manutenção da atividade.
Paulo Henrique Leme (PH), Consultor em Marketing estratégico no Agronegócio pela P&A Marketing International, parabeniza a todos os envolvidos, produtores, pesquisadores e consultores que trabalharam arduamente nesta nova Indicação Geográfica para os Cafés do Brasil, que segundo ele há muitas dificuldades enfrentadas para se atingir esse marco.
"Os Cafés do Brasil se fortalecem quando sua regiões se organizam e resolvem se mostrar ao mundo. Esperamos que novas IGs do café possam surgir para fortalecer ainda mais nosso agronegócio", exclama PH.
Segundo o Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI, o pedido de Indicação Geográfica foi deferido em 10 de maio de 2011.
Natália Fernandes, com informações do INPI e Embrapa Café