Recursos para custeio começam a chegar aos bancos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) começa a liberar hoje os recursos destinados ao financiamento de custeio para a safra de café 2007/08. O primeiro contrato, de R$ 60 milhões, foi firmado com o Bancoob.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) começa a liberar hoje os recursos destinados ao financiamento de custeio para a safra de café 2007/08. O primeiro contrato, de R$ 60 milhões, foi firmado com o Bancoob.

O valor é parte dos R$ 350 milhões provenientes do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), cuja aplicação em custeio foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), no último dia 30/11.

Como os recursos são provenientes do orçamento da União de 2006, deverão ser repassados aos agentes financeiros, até o final deste mês. Outros cinco deles (Banestes, Credivar, Santander Banespa, Banco do Brasil e Safra) também já manifestaram interesse em operar com essa linha de crédito.

Os cafeicultores poderão contratar os financiamentos até 28 de fevereiro, observando os limites, individual por produtor, de R$ 200 mil, e de R$ 1,440, por hectare plantado, com juros de 9,5% ao ano e prazo de amortização de até 45 dias após o término da colheita.

Fonte: Equipe CaféPoint, com informações da assessoria de imprensa do Mapa.
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Alencar de Castro Freire
ALENCAR DE CASTRO FREIRE

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 14/12/2006

O cafeicultor vê, com inegável satisfação, a liberação de recursos do Funcafé.

O que o MAPA tem que fiscalizar, de modo sistemático, é a distribuição desses recursos. Há instituição financeira em MG (se houver interesse, posso detalhar), que entende que somente os correntistas com saldo médio robusto têm direito ao financiamento do custeio. E, ainda mais, os parentes e amigos dos gerentes têm prioridade para assinatura dos contratos.

Não seria o momento de se estabelecer uma regulamentação a esse respeito? Além, é claro, de extirpar os maus funcionários que distorcem os objetivos do governo.