Quênia: US$ 6,3 mi para revitalização da cafeicultura

A União Européia (UE) deu ao Quênia 5 milhões de euros (US$ 6,34 milhões) para revitalizar o setor de café do país. O vice-diretor da Fundação de Pesquisa de Café (Coffee Research Foundation - CRF), Chrispine Omondi, disse que a doação será usada para melhorar pesquisa, comercialização e adição de valor do café produzido no Quênia.

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A União Européia (UE) deu ao Quênia 5 milhões de euros (US$ 6,34 milhões) para revitalizar o setor de café do país. O vice-diretor da Fundação de Pesquisa de Café (Coffee Research Foundation - CRF), Chrispine Omondi, disse que a doação será usada para melhorar pesquisa, comercialização e adição de valor do café produzido no Quênia.

Ele disse que o programa de dois anos está dividido em três componentes visando a administração da associação de cooperativas de café, Coffee Board of Kenya, e serviços de pesquisa. As organizações que participarão do programa serão, além do Coffee Board of Kenya, a CRF, o Ministério das Cooperativas, produtores privados e associações comerciais.

Omondi afirmou em uma entrevista na estação da CRF e Ruiru que o projeto, chamado de Programa de Café de Qualidade e Comercialização, é uma resposta ao declínio na produção e na qualidade do café do Quênia. O assistente técnico da UE no programa, John Pratt, disse que a doação melhorará a produção de café com as cooperativas obtendo experiência técnica para melhorar o manejo e restaurar a confiança dos cafeicultores.

O vice-diretor da CRF atribuiu as razões para o interesse renovado dos agricultores a oeste do Vale do Rift em voltar a produção de café ao renovado interesse do mercado mundial no café queniano por causa de sua qualidade. "Quando os preços estavam ruins, os produtores estavam desestimulados e nossa participação global caiu. Isso está mudando à medida que existem mais identificação no segmento do mercado mundial com o café queniano".

Ele disse que as reformas sofridas pelo setor, seguindo o Ato de Café de 2001 e o Ato Financeiro de 2005 levaram à melhora da produção local de café. Omondi disse que a doação da UE ajudará a suprir a crescente demanda por café queniano no mercado global à medida que a tão esperada marca da produção local deverá ser concretizada pelo programa. A reportagem é do Nation.co.ke.
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