Quênia: ONU tem projeto para combater doenças do café

Em uma ação que visa estimular os produtores de café do Quênia, cujas plantações estão sendo afetadas por doenças, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um projeto de Sh 210 milhões (US$ 3,15 milhões) para conter as infestações no Quênia e em quatro outras nações. O projeto visa aumentar a resistência contra a ferrugem e outras doenças que estão cada vez mais ameaçando a produção, anunciou o fundo das Nações Unidas para commodities (CFC).

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Em uma ação que visa estimular os produtores de café do Quênia, cujas plantações estão sendo afetadas por doenças, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um projeto de Sh 210 milhões (US$ 3,15 milhões) para conter as infestações no Quênia e em quatro outras nações. O projeto visa aumentar a resistência contra a ferrugem e outras doenças que estão cada vez mais ameaçando a produção, anunciou o fundo das Nações Unidas para commodities (CFC).

c. Um recente estudo da Fundação de Pesquisa do Café (CRF) revelou que a ferrugem do café está provocando massivas perdas na produção, sendo ativa em todas as áreas de plantação, exceto Machakos e Makueni, e alertou que a doença prejudicará a futura produção.

Agora, a ONU está se esforçando para evitar mais danos causados por doenças em colaboração com o CRF e a Bolsa de Café do Quênia (CBK) como parte dos esforços para conter as doenças em todo o mundo. O projeto também deverá ser feito nos países vizinhos Uganda, Ruanda, Zimbábue e Índia.

Informações da indústria mostram que a ferrugem do café foi primeiramente descoberta no Quênia há quase nove décadas. A doença foi primeiramente registrada no Sri Lanka na década de 1860, mas os efeitos mais memoráveis da doença foram registrados no Brasil, onde a doença destruiu plantações há cerca de 37 anos e vem desde então se disseminando para muitas partes do mundo.

Segundo o site AllAfrica.com, o fundo da ONU disse que o projeto avaliará variedades novas e existentes de café e híbridos sob diferentes pressões da doença e ambientes em todos os países participantes para reduzir os custos de manejo da doença e, desta forma, aumentar a sustentabilidade da produção para pequenos produtores de café.

"O objetivo do projeto é construir a capacidade das instituições para que elas compartilhem germoplasma melhorado entre os países participantes africanos e a Índia; conduzir pesquisa aplicada direcionada pela demanda para várias avaliações que geram métodos alternativos para o controle das doenças; e distribuir novos conhecimentos, particularmente para pequenos produtores," disse a CFC.

A estratégia do projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma abordagem de longo prazo para o gerenciamento das doenças do café de maneira sustentável.

Em 26/10/07 - 1 Xelim Queniano = US$ 0,01501

66,62203 Xelim Queniano = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
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