Produtor brasileiro sustenta preço do café em NY

A decisão dos cafeicultores brasileiros de segurar as vendas à espera de preços mais altos sustentou as cotações da commodity nesta terça-feira na Bolsa de Nova York. O café foi um dos únicos produtos a terminar em alta na bolsa norte-americana.

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O contrato para entrega em dezembro do grão arábica, na Bolsa de Nova York, subiu 1,05% nesta terça-feira, cotado a 177,50 centavos de dólar por libra-peso. O café foi um dos únicos produtos a terminar em alta na bolsa norte-americana.

No mercado interno, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade oscilou entre R$ 400 e R$ 415, de acordo com o Escritório Carvalhaes.

O Brasil, maior produtor mundial dessa variedade, espera uma safra recorde neste ciclo, o que deveria pesar sobre as cotações. No entanto, os produtores estão vendendo de forma disciplinada, dando suporte aos preços. "Os agricultores brasileiros estão capitalizados e não estão vendendo com pressa. A meta de preço deles deve estar perto de 180 centavos de dólar por libra-peso", informou o banco Rabobank.

Na Bolsa de Chicago, os grãos terminaram em baixa. Soja e milho foram pressionados pela chegada da safra americana ao mercado e pelo embolso de lucros por investidores.

As informações são de O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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