Primeira reunião da Conselho Nacional do Café em 2013

Encontro se deu na última sexta-feira (18/01) na Cooxupé e teve a presença de diretores da CNC, entre eles o presidente, Silas Brasileiro, e representantes de importantes cooperativas de café. O principal tema debatido no encontro foi a formação de uma aliança entre cooperativas de café para incentivar a mecanização da lavoura cafeeira.

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Na última sexta-feira (18/01), a Cooxupé sediou a primeira reunião do ano da CNC – Conselho Nacional do Café – órgão presidido por Silas Brasileiro e que tem como intuito a contribuição para o desenvolvimento sustentável do grão produzido no país. Além de representantes da entidade, o encontro contou com diretores das cooperativas Cocapec, Cocatrel, Minasul, Cooparaíso e Coccamig, que juntas detém mais de 20 mil cooperados. O principal tema debatido no encontro foi a formação de uma aliança entre cooperativas de café para incentivar a mecanização da lavoura cafeeira.

A proposta, levantada pelo CNC, é a de tornar viável para o produtor a venda de máquinas específicas que contribuam com a lavoura de café de forma sustentável. Segundo o presidente da COOXUPÉ e diretor da CNC, Carlos Paulino da Costa, a mecanização da lavoura é extremamente importante, principalmente pela falta de mão de obra e os altos custos. “Um importante passo foi dado hoje. A união de cooperativas para auxiliar o pequeno produtor a ter a possibilidade de mecanizar os processos de sua lavoura poderá contribuir tanto para o mercado de café, com a redução de custos, quanto para a indústria, incentivando pesquisas e a produção de maquinário em série”, analisa.

Como funcionaria o consórcio

Algumas cooperativas de café já possuem máquinas específicas para processos como a “varreção” da lavoura – última etapa da colheita que realiza a catação dos grãos e gera altos custos para o produtor com a mão de obra. O consórcio entre as cooperativas administraria estas novas tecnologias, apresentando para a indústria um modelo viável de produção em série que seria vendido ao produtor. O modelo de negócio ainda está em estudo, mas o consórcio coordenaria as pesquisas, necessidades de novas máquinas, entre outras ações.

Certificação e as Estatísticas divulgadas

Além de trazer a possibilidade de mecanizar a lavoura de café através da junção de cooperativas, a reunião, presidida por Silas Brasileiro, também levantou dois temas de importância para o setor: certificação e as estatísticas divulgadas no segmento. De acordo com Brasileiro, existe uma desigualdade na comercialização do café do Brasil no exterior, com a grande exigência de certificações e regulamentações para a venda do grão. Em contrapartida, o produto é comercializado pelo mesmo valor do grão produzido em outros países. “Queremos, através da OIC, diminuir esta diferença”, argumenta.

O presidente da CNC também pretende levar para OIC – Organização Internacional do Café – a proposta para que o Brasil assuma a coordenação de um órgão para fazer a avaliação das estatísticas do setor. “Os números atualmente são desencontrados. Conhecendo eles melhor, temos como planejar melhor”, finaliza.

As informções são Cooxupé, adaptadas pelo CaféPoint.
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RENATO REZENDE PAIVA
RENATO REZENDE PAIVA

VARGINHA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 23/01/2013

Os temas discutidos são muito importantes, questões que estão a muitos anos em pauta e não se consegue coloca-las efetivamente em andamento; Mas o mais importante no momento é o ordenamento da oferta e a adequação dos preços; Sei que tem propostas aceitas e em discussão , quais sejam : alongamento do prazo das estocagens e estudo de um novo "pepro" , mas a verdade é que o produtor vem sofrendo e não consegue esperar pelos "efeitos" das medidas. O certo para o momento seria , "ate baseado no artigo da Natalia Fernandes da C.N.A. ", sobre custos de produção que se chega a um custo medio de mais de R$300,00 por saca,baseado em estudos da ufla , e reunir-se com a conab para que seja feito nova planilha de custo de produção , o que norteia as politicas publicas. Assim com o novo preço minimo , que deve girar em torno dos R$300,00 , mais o carrego e mais 10% possiveis legalmente , poderiamos estabelecer recebimentos de estocagem com recursos do FUNCAFÉ , em café,por aproximadamenre R$360,00/saca, o que balizaria os preços , talvez sem quase nenhuma entrega;

é O QUE ESPERAMOS DOS REPRESENTANRES NESTE MOMENTO.



Renato R. Paiva