O custo dos gêneros alimentícios de primeira necessidade voltou a apresentar, em março, predomínio de alta nas capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. Somente em cinco das 16 cidades pesquisadas o preço dos produtos essenciais caiu: Brasília (-3,79%), Recife (-3,43%), São Paulo (-1,00%), Belém (-0,53%) e João Pessoa (-0,02%). Nas outras 11 localidades houve elevação, as mais expressivas registradas no Rio de Janeiro (5,32%), Vitória (4,50%), Florianópolis (4,38%) e Belo Horizonte (3,42%).
O preço do café subiu, em março, em 11 capitais, com as principais elevações apuradas em Belém (8,20%), Vitória (5,86%) e Rio de Janeiro (5,83%). Houve estabilidade em Fortaleza e as principais retrações foram verificadas em Recife (-4,76%) e Salvador (-3,44%). Em 12 meses, oito capitais apresentaram alta - a maior apurada em Belém (24,06%), e oito queda, a mais significativa no Rio de Janeiro (-8,65%).
Com o reajuste do salário mínimo que entrou em vigor a partir de 1º de março, o tempo de trabalho necessário para a aquisição dos alimentos básicos reduziu-se. Assim, o trabalhador que ganha o mínimo precisou, na média das 16 capitais pesquisadas, de uma jornada de 102 horas e 16 minutos para comprar a cesta de gêneros alimentícios essenciais. Este tempo é inferior ao de fevereiro, quando chegou a 110 horas e 18 minutos.
As informações são do Dieese.
Preço do café, na cesta básica, sobe em 11 capitais
O custo dos gêneros alimentícios de primeira necessidade voltou a apresentar, em março, predomínio de alta nas capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. O preço do café subiu, em março, em 11 capitais, com as principais elevações apuradas em Belém (8,20%), Vitória (5,86%) e Rio de Janeiro (5,83%). Houve estabilidade em Fortaleza e as principais retrações foram verificadas em Recife (-4,76%) e Salvador (-3,44%). Em 12 meses, oito capitais apresentaram alta - a maior apurada em Belém (24,06%), e oito queda, a mais significativa no Rio de Janeiro (-8,65%).
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