Poda deve ser usada para otimizar custos de produção

Uma grande preocupação dos produtores é com o melhor período para fazer a poda. Com o ciclo natural da planta, pesquisas comprovam que o melhor momento é logo após a colheita, para melhores resultados no ano seguinte. A poda não aumenta a produtividade da área, mas concentra a safra, racionalizando o custo de colheita, pois na média da safra de 4 a 5 anos, a produtividade é igual a de uma lavoura sem poda em bom estado vegetativo.

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O sistema de poda é uma técnica muito usada pelos cafeicultores e recomendada pelos técnicos. Das várias modalidades de poda existentes, as mais conhecidas são o decote, o esqueletamento, a recepa e o desponte.

A recepa baixa (corte no tronco da planta) deve ser em torno de 30 cm, dando preferência as brotações em linha e mais baixas. Ela só é indicada em casos de danificação total da planta. O decote (retirada dos ramos da ponta) deve ser na altura de 1,7m a 2m altura. Já o esqueletamento (corte lateral dos galhos) deve ser acompanhado de decote para que a força da nutrição seja direcionada para as varas novas laterais.

Mas quando devemos optar por esta técnica? Devemos usar quando as lavouras diminuem a produtividade e as ruas se fecham com os ramos secundários. Este técnica aumenta a longevidade da planta e diminui os custos com colheita, pois se deixa de pagar caro em colheitas de lavoura com pouca produção, gerando um novo equilíbrio na safra.

Uma grande preocupação dos produtores é com o melhor período para fazer a poda. Com o ciclo natural da planta, pesquisas comprovam que o melhor momento é logo após a colheita, para melhores resultados no ano seguinte. A poda não aumenta a produtividade da área, mas concentra a safra, racionalizando o custo de colheita, pois na média da safra de 4 a 5 anos, a produtividade é igual a de uma lavoura sem poda em bom estado vegetativo.

Outro fator positivo é o retorno de nutrientes para o solo através das folhas que se transformam em nutriente orgânico. Neste período, o produtor pode aproveitar também para descompactar o solo e aprofundar os nutrientes que estão na superfície.

Quantos aos tratos culturais, devemos considerar que a adubação pós-esqueletamento deve ser programada conforme safra pendente, pois quanto maior os ramos, maior será a safra do próximo ano. Já as doenças secundárias serão mais acentuadas nesta fase da lavoura. As informações são da Cocapec.
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