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O pagamento foi para mais de 42 mil produtores que fazem parte do programa e membros de 12 Sociedades Cooperativas de Agricultores (FCSs), em Nyeri, Murang’a, Embu, Kirinyaga, Kiambu e Meru.
Os produtores FCS de Karithathi, em Kirinyaga, receberam maior pagamento, de US$ 0,97 por kg. Os FCS de Murue, em Embu, e FCS de Kangunu, em Murang'a, receberam US$ 0,96 e US$ 0,85 por kg, respectivamente.
Em média, as sociedades cooperativas pagaram a seus produtores US$ 0,82 por kg, em comparação com uma média de US$ 0,39 pagos há cinco anos. A empresa já gastou cerca de US$ 675.304 na implementação do programa entre 2011 e 2016 e planeja injetar mais US$ 104.625 neste ano.
Segundo o chefe de Comunicação Corporativa e Assuntos Públicos da Nestlé da África, Brinda Chiniah, o programa foi introduzido após perceberem que os produtores estavam abandonando a produção e a qualidade do café produzido estava caindo: “A Nestlé, em parceria com a Coffee Management Services (CMS) introduziu o programa Plano Nescafé no Quênia em 2011, como parte do nosso Criando Valor Compartilhado (CSV)”.
De acordo com o Plano Nescafé, os produtores recebem viveiros e treinamento sobre boas práticas agrícolas e mudas resistentes a doenças.
As informações são do Business Daily Africa / Tradução Juliana Santin