Pesquisadores da Ufla analisam cafeicultura na África e na Ásia

O Bureau de Inteligência Competitiva do Café analisou os dados de produção na América para o projeto Campo Futuro.

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Da redação

Através de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a equipe da Universidade Federal de Lavras (Ufla), do Bureau de Inteligência Competitiva do Café analisou os dados de produção na América para o projeto Campo Futuro.

Os números do USDA foram compilados pelo Bureau, e mostram que no período de dez anos compreendido entre as safras 2005/2006 e 2014/2015 o continente americano produziu em torno de 60% do total mundial. Nesse período, a produção global apresentou incremento de 27,2%, valor muito próximo ao observado na América, onde o crescimento foi de 27,1%.


“Isso mostra que o continente acompanhou de maneira proporcional o crescimento da oferta global sem perder participação no mercado, mas também sem ganhos de participação. Em comparação, a produção africana cresceu 11,6% e a asiática 33,7%. É importante ressaltar que na Ásia o crescimento foi puxado principalmente pelo Vietnã, enquanto na América, o Brasil contribuiu com a maior parte do incremento”, explica o relatório da equipe do Bureau, divulgado nesta segunda-feira (2/5). Confira, aqui, a análise completa.
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