"Promover condições para o desenvolvimento competitivo sustentável do agronegócio café de Minas Gerais, por meio da interação de competências institucionais, capacitação de recursos humanos, estímulo à capacidade de inovação e geração de negócios de alto valor agregado". Assim está sintetizada a missão do Polo de Excelência do Café (PEC/Café), que a cada dia consolida-se como agente articulador de ideias voltadas para o desenvolvimento de inovações para o sistema agroindustrial do café. Porém, esta nova abordagem não visa despertar apenas novas competências para o setor, mas, sobretudo, possibilitar aos profissionais de todas as gerações novas formas de interação e compartilhamento do conhecimento.
Na sexta-feira (26), o PEC/Café recebeu a visita de dois profissionais que acumulam uma rica experiência em uma vida dedicada ao café. Lourenço Del Guerra, atualmente consultor em projetos e planejamentos no pós-Colheita, e Antônio José Ernesto Coelho, engenheiro agrônomo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), confirmam que o entusiasmo é o elemento fundamental para a liderança mundial em cafeicultura.
Lourenço Del Guerra é prova de que a articulação de competências e a relação entre universidade-empresa é um caminho possível para o desenvolvimento de inovações tecnológicas em projetos pós-colheita. Representante da empresa Pinhalense por 38 anos, Lourenço manteve-se em constante parceria com as universidades de ciências agrárias para troca de conhecimento e prospecção de demandas. Atualmente focado em projetos de consultoria, busca no PEC/Café novas possibilidades de interação entre pesquisa e inovação.
Lourenço acompanhou a evolução dos equipamentos e reconhece a carência de trabalhadores habilitados para operá-las. Também participou do desenvolvimento de máquinas para atender a demanda do pequeno produtor, que também acabou favorecendo médios e grandes produtores no equacionamento de pequenos lotes. Otimista por princípio e propagador da ideia de que só se aprende fazendo, acredita que a profissionalização do setor e o atendimento a novas exigências do mercado deverão contribuir para um novo patamar de eficiência econômica na atividade.
Na visão de Antônio Ernesto, o Sul de Minas representa o maior reservatório de competências em cafeicultura, além de uma vocação natural para a produção de diferentes tipos de café de qualidade. Atualmente, dedica-se ao levantamento do acervo técnico e cientifico existente no Sul de Minas. Com a experiência de 42 anos trabalhando com o café, boa parte no Instituto Brasileiro do Café (IBC), ressalta a necessidade de identificar peculiaridades nas diferentes regiões produtoras, para a formalização de celeiros de qualidade. "Quanto mais a qualidade regional for destacada, o Estado será ainda mais evidenciado", afirma.
As informações são do PEC/Café, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
PEC/Café: interações fortalecem inovações para o café
"Promover condições para o desenvolvimento competitivo sustentável do agronegócio café de Minas Gerais, por meio da interação de competências institucionais, capacitação de recursos humanos, estímulo à capacidade de inovação e geração de negócios de alto valor agregado". Assim está sintetizada a missão do Polo de Excelência do Café (PEC/Café), que a cada dia consolida-se como agente articulador de ideias voltadas para o desenvolvimento de inovações para o sistema agroindustrial do café.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em: - 2 minutos de leitura
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!