Um volume de quase dois milhões de sacas de café voltam a girar a economia paranaense. Londrina já foi referência mundial na produção de café, chamado na época de ouro verde. Hoje, o município revive dias de prosperidade. Por uma década o café mal cobria os custos de produção, oscilando entre R$ 250 e R$ 280 a saca.
Na safra anterior os preços começaram a reagir no final da colheita. Foi somente nesta safra em que os produtores paranaenses passaram a receber valores acima dos R$ 400 pela saca.
Segundo o Departamento de Economia Rural do Estado do Paraná, 75% da safra já foram comercializados. Na Cooperativa Integrada os grãos lotam pavilhões inteiros. Cerca de 10% do que for colhido no Estado deve passar pela cooperativa.
"Notamos que as vendas começaram cedo. E já a próxima safra também começou a ser vendida", explica o gerente de comercialização da cooperativa, Osmir Buso.
O corretor de café Carlos Amaral aponta que os grãos apresentam qualidade para exportação. Já para a próxima colheita se prevê uma possível redução de safra em função do rigoroso inverno no Estado. "A qualidade foi boa, o produtor já vem melhorando o trato nas lavouras. Ainda não é possível falar em percentual, mas uma perda pode ocorrer sim pelas condições do clima neste último inverno", afirma.
As informações são do Canal Rural, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Paraná comercializa mais de 70% da safra de café
No Paraná mais de 70% da safra já foi comercializada. Produtores passaram a receber valores acima dos R$ 400 pela saca. Preços favoráveis impulsionam a venda da safra 2011/2012 de café.
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