Paraná: Café na pior
O governo do Paraná anunciou que dará apoio à aquisição de entre 5 e 7 milhões de mudas para renovação dos cafezais do estado. A medida tenta aliviar a crise do setor, que deve produzir 60% menos do que poderia em 2014 devido às geadas de julho e agosto e enfrenta redução de um terço nos preços internacionais.
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Logo após as geadas, a previsão era de que 16 mil hectares de café seriam derrubados. Isso reduziria a cafeicultura do Paraná a 66 mil hectares, conforme a Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O apoio na compra de mudas representa um esforço para que esse recuo não seja tão grande. “A cafeicultura paranaense passa por um dos seus momentos mais críticos”, avalia o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara.
Por outro lado, cafeicultores como Silvana Braga Ferraz ( de Ribeirão Claro), Lupércio Bufalari (Santo Antônio da Platina) e Luiz Boraneli (Curiúva) – vencedores do 11º Concurso Café Qualidade Paraná – mostram que o estado tem vocação para a cafeicultura. Eles conseguiram ágio de 25% no preço como prêmio, um incentivo diante dos preços de mercado.
Queda
R$ 250 por saca de café, pagos atualmente no Brasil, representam queda de R$ 100 em um ano. No Paraná, quadro se agrava com quebra climática e produção tende a se limitar a 560 mil sacas em 2014.
As informações são da Gazeta do Povo, adaptadas pelo CafePoint
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