Da redação
Os preços do café robusta seguem sustentados pela baixa oferta no mercado interno. No entanto, segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, muitos cafeicultores estão retraídos, atentos às floradas da próxima temporada, e no aguardo de novas altas nos preços da variedade.
O Centro reportou, na última quinta-feira (11/8), que segundo seus colaboradores, as negociações de robusta seguem limitadas. Nessa quarta-feira, 10, o Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, fechou a R$ 421,91/saca de 60 kg, elevação de 0,15% em relação à quarta-feira anterior.
Quanto ao arábica, apesar de a colheita no Brasil já ter ultrapassado 60% do volume total, produtores têm optado por separar lotes para negócios futuros, com poucos volumes sendo disponibilizados no spot. Apenas os lotes de café de qualidade inferior seguem com maior liquidez. Compradores, que consideram elevados os preços pedidos por produtores, reduziram a procura, o que acabou travando o mercado. Entre 3 e 10 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, recuou 3,1%, fechando a R$ 471,52/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 10.
Ainda no dia 11, o Indicador Cepea/Esalq do robusta, tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, fechou a R$ 423,93/sc de 60 kg (à vista), o maior valor diário, em termos reais, da série histórica do Cepea, iniciada em 2001.
Oferta restrita sustenta preços do robusta no Brasil
No dia 11, o Indicador Cepea/Esalq do robusta, tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, fechou a R$ 423,93/sc de 60 kg (à vista), o maior valor diário, em termos reais, da série histórica do Cepea.
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