Conforme relato da agência Dow Jones Newswires, a valorização do café em NY foi garantida por compras técnicas e especulativas. No lado dos fundamentos, a oferta global justa segue a oferecer alguma sustentação aos preços, conforme traders nova-iorquinos.
Gráfico 1. Contrato café, ICE Futures U.S.

A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o último pregão da semana em alta. O primeiro vencimento, maio/10, registrou valorização de US$ 1,15, fechando a US$ 169,65 a saca. Os contratos com vencimento setembro/10 tiveram alta de US$ 1,20, fechando a US$ 163,85.
Tabela 1. Comparativos das principais Bolsas de café arábica

Dólar
O dólar iniciou o mês de abril enfraquecido diante do real. A moeda americana registrou a quarta queda consecutiva, refletindo o otimismo trazido pela alta na produção industrial da China, da zona do euro, dos Estados Unidos e do Brasil, o que favoreceu o desempenho das commodities e das ações. O dólar recuou 0,61%, sendo cotado à R$ 1,7690.
Gráfico 2. Cotação do dólar (R$)

Mercado físico
A saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 280,65, com leve alta de 0,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O mercado doméstico não apresentou muitas negociações nesta quinta-feira (01).
Tabela 2. Principais Indicadores e cotação do Dólar

Acesse a tabela completa das cotações dos mercados futuro e físico aqui
Natália Fernandes, Equipe CaféPoint, com informações do jornal Valor Econômico
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