O café que você produz é certificado?

O consumidor está buscando cada vez mais um produto de qualidade e além disso, um produto com rastreabilidade e transparência de origem. Você possui alguma certificação em sua propriedade? Acesse e participe!

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O consumidor está buscando cada vez mais um produto de qualidade e além disso, um produto rastreado e que atenda as boas práticas ambientais e sociais. Além de trabalhar com boas práticas ambientais e sociais, o produtor precisa garantir a sustentabilidade econômica de seu negócio.

Há diversas certificações que trabalham com seus diferentes códigos de conduta, mas todas visando um único objetivo: garantir sustentabilidade ambiental, social e econômica.

Você possui alguma certificação em sua propriedade? Qual seu nível de satisfação em relação à ela? O custo compensa o retorno financeiro?

Caso não tenha ou já teve, participe também comentando por que optou por isso.

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Natália Fernandes, Equipe CaféPoint
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Robson França Rodrigues
ROBSON FRANÇA RODRIGUES

MUQUI - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 09/07/2010

Nós atraves da Cafesul,que é nossa cooperativa aqui no sul do Espirito Santo,conseguimos com muita luta e determinação certificar nosso café atraves da certificadora FAIRTRADE,que no ano passado proporcionou um ganho dos cooperados que optou em vender de 30% a mais no preço final do café.unico empecilho nosso é a taxa de cambio porque á venda é feita atraves do preço do dola do dia.Nós cooperado estamos satisfeito com relação á certificadora que além de pagar um preço melhor com relação ao mercado ainda repasa um percentual para á cooperativa aplicar nas melhoria de vida das comunidade na nossa região. OBS 90% dos cooperados é da agricultura familiar
Leonardo Canto
LEONARDO CANTO

PATROCÍNIO - MINAS GERAIS

EM 09/07/2010

Em recente levantamento sobre os dados sobre o assunto em pauta, e para edição de artigo cientifico, desenvolvi pesquisa sobre o impacto das certificações do agronegócio café. é possivel verificar que o assunto toma rumo em nosso país uma vez que temos competência na cafeicultura, e por isso as certificações ajudarão agregar valor durante as negociações. Os premios ainda não são um diferencial que estimula a adesaõ de todos os cafeicultores para a certificação de suas propriedades, mas é forte a tendência em si buscar os selos. A certificação ainda é para poucos, pois os custos são altos. As certificações promovem a possibilidade de agregação de valor na negociação do café e aínda diminuem os custos operacionais dentro da fazenda, visto que os trabalhadores passam a term uma visão sobre os benefícios que os critérios da cadeia de custódia aplicam.
Maria Élide Bortoletto
MARIA ÉLIDE BORTOLETTO

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 05/07/2010

Em Junho ano deste consegui a Certificação da minha fazenda em Ibiraci,MG, pelo programa CERTIFICA MINAS-CAFÉ. Estou bastante entusiasmada, sou ainda nova no ramo, estou conseguindo melhorar sensivelmente todos os aspectos que envolvem a cadeia produtiva de café, inclusive capacitando e conscientizando os empregados e safristas para uma melhoria da qualidade do café e das condições de trabalho. Espero melhorar muito mais, contando com a ajuda da equipe da EMATER, a qualidade do café que produzo. Maria Élide Bortoletto, Fazenda Campestre, Ibiraci,MG.
Willem Guilherme de Araújo
WILLEM GUILHERME DE ARAÚJO

GUAXUPÉ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 04/07/2010

Como extensionista da EMATER e trabalhando com certificação desde 2006, afirmo que a certificação tem duas posições certas: a primeira que é algo irreversível e segundo que não é para todos. Em relação a primeira afirmativa, as barreiras comercais se tornaram mais evidentes nos ultimos anos e a competitividade pelo mercado consumidor acirrou a disputa entre os países produtores. Com isso, quem tem um diferencial consegue transitar com maior desenvoltura pelos obstaculos que surgem a cada dia. Os consumidores, principalmente dos países europeus, exigem cafés de qualidade e com um aprodução responsável, sendo que este pensamento já se estendeu por EUA e chega ao BRasil. Assim , a certificação tem um papel relevante como ferramenta para o cafeicultor mostrar a sustentabilidade de sua atividade e comprovar a qualidade do seu produto.
E afirmo que a certificação não é apra todos porque temos em nosso país, diversos tipos de cafeicultores que divid em três grupos: um pequeno grupo, consciente da necessidade de mudar a forma de encarar a cafeicultura, buscando resultados com base em objetivos claros, metas definidas e ofertando cafés de excelente qualidade. Estes buscam na certificação a confirmação de seu padrão de produção e procuram mostrar ao consumidor que são eficientes na produção e na conservação dos recursos envolvidos no processo produtivo. Um outro grupo é composto por agricultores familiares que encontram dificuldades em acessar mercados mais competitivos que unem-se em associações e cooperativas para juntos obterem um selo que confirme o perfil familiar da produção, muito comum em países da America Central. Estes possuem certificações governamentais gratuitas ou estrangeiras que baseiam-se na filosofia do comércio justo. Acreditam que possuindo uma certificação poderão vender seu café a um preço que cubra os custos de produção e gere um lucro. Muitas vezes o fator economico é preponderante para a entrada na certificação, muito maior que a consciencia ambiental, social ou o desejo de atender a vontade do consumidor final. Finalmente, temos o grupo maior, formado pro cafeicultores que apresentam baixas produtividades, endividados, que não enxergam a certificação como uma ferramenta para auxilia-los na gestão do negócio e principalmente não tem preocupação em produzir um café com qualidade, entenda-se qualidade do produto e do processo produtivo, como alternativa para uma mudança de rumo. A cafeicultura, como qualquer atividade produtiva, não permite erros como no passado: credito escasso, redução do apoio governamental, custos de produção elevados, preços achatados, exigencia por qualidade, etc. São fatores que deveriam sensibiliza-los para a necessidade de mudar a forma de prdouzir. hoje mais do que nunca, quantidade não siginifica qualidade e o cliente cada vez mais tem razão e determina o quanto e porque vai pagar 350 reais por uma saca de café ou 5 reais por uma xicara. È este cliente que devemos agradar e não nosso ego.
Flavio Garbin Filho
FLAVIO GARBIN FILHO

PIUMHI - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 02/07/2010

Trabalhamos ou somos certificados por CERTIFICA MINAS , UTZ , NUCOFFEE. Estamos satisfeitos com os resultados .

Flavio
paulo oliveira
PAULO OLIVEIRA

LONDRINA - PARANÁ - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 02/07/2010

Prezada Natália Fernandes,

A Prospectum Consultores - Londrina-Pr- tem experiência de mais de 20 anos em sitematicas de certificacão em processos produtivos de café - desde crú, torrado e até solúvel, atuando em qualquer sistema de certificação ISO, BRC, APPCC, SIG integrado (ISOs), até certificação de propriedades rurais de acordo com normas e diretrizes próprias, nacionais e internacionais.

Já implementamos Sistemas Integrados de Gestão - ISO 9001, 14001, 18001 e HACCP e BRC, para mercado Europeu, em fazenda no Paraná.

Atuamos fortemente com as maiores Cooperativas Paranaenses em Programas integrados de certificação de propriedades rurais que trabalham consorciadas com café, soja, trigo e cevada, nas questões de: Qualidade-5S - desperdícios, Ambiental , Segurança de Saude Ocupacional, Gestão de Pessoas e Gerenciamento da rotina da propriedade.

Colocamo-nos a disposição para quaisquer informações.

Atenciosamente

Paulo L. C. Oliveira