40 sacas/hectare é quanto o Paraná pretende alcançar em produtividade de café especial. Hoje, o rendimento médio dos cafezais do estado é de 23 sacas por hectare, segundo a Seab.
O café especial, ou gourmet, do Norte Pioneiro do Paraná integra agora a lista de produtos brasileiros certificados pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A oficialização ocorreu durante a 5º Feira Internacional de Cafés Especiais, a Ficafé, de Jacarezinho.
Além de status, os agricultores paranaenses esperam que a certificação valorize o produto no mercado. Hoje, os cafés especiais da região são comercializados a preços 25% acima da média. Como a Indicação Geográfica atesta somente a procedência do grão, ainda é preciso que o tanto o processo de produção como a qualidade da bebida sejam reconhecidos. Com isso, a expectativa do setor no estado é de que haja uma valorização do produto da ordem de 30% a 35%.
No evento, o secretário de Agricultura do Paraná Norberto Ortigara prometeu estimular a produção do estado com a ajuda da Emater, que deve contratar novos técnicos para dar auxílio os agricultores e elevar os índices de produtividade da cultura. Nos últimos anos, o estado vem perdendo escala na colheita de café. O ponto alto para a derrocada do grão foi na década de 70, com o episódio da geada negra, que dizimou lavouras inteiras e traumatizou os agricultores desde então.
As informações são do Jornal de Londrina, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Norte Pioneiro do Paraná: a valorização dos grãos especiais e de origem
Com a recente conquista da Identificação Geográfica, o Norte Pioneiro do Paraná anuncia que pretende alcançar 40 sacas/hectare em produtividade de café especial. Devido à IG, expectativa do setor no estado é de que haja uma valorização do produto na ordem de 30% a 35%.
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