Nigéria entra para a Organização Internacional do Café

Espécies de café comercial e nativas são cultivadas na Nigéria desde o século 19, e a cultura continua sendo importante para o país

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A Nigéria concluiu sua adesão à Organização Internacional do Café (OIC) e seu Acordo Internacional do Café (AIC). A nomeação torna a Nigéria um dos 43 países produtores de café da OIC. Juntos, esses países representam mais de 97% da produção cafeeira mundial.

Uma delegação da Nigéria concluiu recentemente o processo de ratificação de membros na sede da OIC em Londres, na Inglaterra. Ambas as partes disseram esperar que a medida leve ao compartilhamento das melhores práticas na produção, comércio e desenvolvimento de mercado do café, para ajudar a impulsionar o setor cafeeiro nigeriano e melhorar a produção de café em todo o mundo.

Espécies de café comercial e nativas são cultivadas na Nigéria desde o século 19 e a cultura continua sendo importante para o país, apesar de sua dependência primária das exportações de petróleo.

Uma revisão recente da produção de café na Nigéria - que na maioria das vezes vem na forma de robusta cultivado por pequenos agricultores - concluiu que os baixos preços internacionais do café, combinados com a má gestão agrícola, levaram a um declínio na produção geral e nas exportações na última década.

Como membro da OIC, a Nigéria também estará envolvida na futura reestruturação do Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007, acordo internacional supervisionado pela OIC e seus membros destinado a apoiar os produtores de café e fortalecer o setor cafeeiro global.

Após o Brexit, o Reino Unido ingressou oficialmente na OIC no início deste ano. No mês passado, relatórios locais e nacionais da Uganda disseram que a Autoridade para o Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA) havia iniciado o processo formal de saída do ACI, sem citar o motivo. Em um evento nacional sobre café no início deste mês, o ministro da Agricultura de Uganda, Frank Tumwebaze, disse que o país ainda não deixa a OIC, mas apenas tenta renegociar o AIC de 2007 para ser mais favorável aos interesses da Uganda como segundo maior exportador de café da África.

As informações são do Daily Coffee News / Tradução Juliana Santin

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Equipe CaféPoint

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