Mirian Eira assume gerência geral da Embrapa Café

Após completar seu primeiro mandato de dois anos, Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca deixa a gerência geral da Embrapa Café, cargo assumido interinamente pela pesquisadora Mirian Eira, que ocupava o cargo de gerente adjunta técnica. O pesquisador Paulo César Afonso Júnior assume a gerência técnica e Elessandra Aparecida Bento Mourão assume a Secretaria Executiva da Comissão Técnica do Programa Café (CTP/Café). Um novo edital para a seleção da gerência geral deverá ser publicado em breve pela Embrapa.

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Após completar seu primeiro mandato de dois anos, Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca deixa a gerência geral da Embrapa Café, cargo assumido interinamente pela pesquisadora Mirian Eira, que ocupava o cargo de gerente adjunta técnica. O pesquisador Paulo César Afonso Júnior assume a gerência técnica e Elessandra Aparecida Bento Mourão assume a Secretaria Executiva da Comissão Técnica do Programa Café (CTP/Café). Um novo edital para a seleção da gerência geral deverá ser publicado em breve pela Embrapa.

Aymbiré Fonseca solicitou seu afastamento, já que o processo de recondução por um possível segundo mandato se daria agora por mais três anos, devido a problemas pessoais, sobretudo relacionados à sua saúde. Pesquisador da Embrapa, com atuação no Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), assumiu a gerência da Unidade em março de 2008, em substituição a Gabriel Ferreira Bartholo. Aymbiré retorna ao Incaper, no Estado do Espírito Santo, onde volta a atuar no programa de melhoramento genético e manejo de plantas e lavouras do cafeeiro, que tem trazido grandes avanços à cafeicultura capixaba, notadamente para a valorização do café conilon.

Ao assumir o cargo como gerente geral interina, Mirian Eira esclarece que este é um momento de transição, em que será dada continuidade ao projeto de articulação que vem sendo desenvolvido nos últimos dois anos.

Na avaliação de Aymbiré, embora inovador e de notório valor, o Consórcio é um modelo que necessita constante avaliação de suas diretrizes, devendo se adaptar ao contexto e demandas das instituições parcerias. Para ele, cabe ao Conselho Diretor, a definição da sistemática que mais atenda as necessidades do coletivo. A interação e a defesa dos princípios que deram sustentação à sua criação, devem continuar a ser metas constantemente buscadas pelas instituições consorciadas.

"O aprendizado foi extraordinário e enriquecedor. Estou convencido de que o caminho da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é o da parceria, da interação entre competências e instituições de pesquisa. Nosso país dispõe de uma força de trabalho extremamente valorosa e que se complementa. Esta interação é destacada mundialmente quando o assunto é o conhecimento em cafeicultura", ressalta Aymbiré.

"Agradeço a todas as pessoas pelo esforço para a evolução e consolidação do Consórcio Pesquisa Café nesta gestão, aos pesquisadores e dirigentes das instituições consorciadas, aos pesquisadores e funcionários da Embrapa Café, aos pesquisadores e chefes das Unidades da Embrapa e a todos os colaboradores do Programa Nacional de Pesquisa", complementa.

As informações são da Embrapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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