Acompanhado por representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 17ª Região, do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), entre outras representações de agricultores do estado, Marinho defendeu, no ato da assinatura do Pacto, que a terceirização é irmã gêmea da precarização.
“É preciso trazer segurança jurídica nas relações do trabalho e a terceirização trouxe insegurança a vários setores, como a vinicultura, no Rio Grande do Sul, e o café, no Espírito Santo e em Minas Gerais”.
Segundo Luiz Marinho, somente neste ano foram resgatados pelo MTE, em todo Brasil, 1.641 trabalhadores, um recorde para o período, sendo 55 no Espírito Santo, todos no setor do café.
As informações são do Conexão Safra.