O mês de fevereiro foi de poucos negócios para o café na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o gerente de comercialização da Cooperativa, Paulo Tavares, o mercado está muito difícil para o produtor.
"Os fundamentos do café são positivos: nós temos um estoque praticamente zerado, colheita menor e um consumo que não cai. Mas, os preços não acompanham estes fundamentos nem os custos de produção. Eles vêm de carona com os outros mercados, que só caem", afirmou Tavares.
Segundo o gerente de comercialização da Coopercafé, nestes últimos dias só vendeu aquele produtor que precisava fazer caixa imediato. "Aqueles que podem, seguram até onde aguentam, na espera de preços melhores", disse Tavares. Enquanto isso, "estamos à mercê do mercado e o produtor fica à deriva", completou.
As expectativas para a safra 2009, entretanto, são positivas. "As chuvas estavam normais, o que deve trazer um bom rendimento para este ano. Porém, ainda não se pode fazer uma projeção definitiva de números, pois esquentou muito nos últimos quinze dias e o volume de chuvas foi menor", explicou Tavares.
A matéria, de Laura Ruschel, foi publicada na Agência Safras, resumida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
MG: mercado de café segue travado na Zona da Mata
O mês de fevereiro foi de poucos negócios para o café na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o gerente de comercialização da Cooperativa, Paulo Tavares, o mercado está muito difícil para o produtor.
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