MG: inovações são avaliadas positivamente

Gestores de polos de excelência, polos de inovação e APLs, que compõem os projetos estruturadores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES), estiveram reunidos em Belo Horizonte, nos dias 20 e 21 de outubro, para avaliação das atividades e direcionamento de ações futuras. Dentre os pronunciamentos, tanto de especialistas como de gestores, houve um consenso: O ambiente de inovação em Minas está no caminho certo e já pode celebrar diversas conquistas.

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Gestores de polos de excelência, polos de inovação e APLs, que compõem os projetos estruturadores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES), estiveram reunidos em Belo Horizonte, nos dias 20 e 21 de outubro, para avaliação das atividades e direcionamento de ações futuras. Dentre os pronunciamentos, tanto de especialistas como de gestores, houve um consenso: O ambiente de inovação em Minas está no caminho certo e já pode celebrar diversas conquistas.

A teoria Tríplice Hélice, que aborda a interseção entre as esferas acadêmica, empresarial e governamental, foi citada pelos especialistas em inovação, em todas as apresentações. Assim como também foi mencionada a ausência de uma cultura da cooperação, que por sua vez inibe o desenvolvimento da cultura da inovação entre as diferentes hélices envolvidas.

Na palestra de abertura, o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Newton Paulo Bueno, que coordena o curso de Pós-graduação em Economia, ressaltou a importância do capital social e das dinâmicas que regem os projetos de ação coletiva. Também destacou os projetos estruturadores da SECTES como potencializadores das redes de relacionamentos em economias estratégicas do Estado, favorecendo o transbordamento de informação por meio de networks horizontais de cooperação.

Em apresentação sobre os cenários de C,T&I e os projetos de Polos de Excelência, a professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fabiana Borges, ressaltou a vulnerabilidade de cadeias produtivas diante dos fatores externos, sendo preciso investimento em ciência e tecnologia e uma maior interação entre os setores. Na avaliação da professora, em Minas Gerais existem hiatos tecnológicos decorrentes da falta de centros de ensino e pesquisa de excelência, que cumprem o papel de gerar desenvolvimento em seu entorno.
Na oportunidade, o gerente executivo do Polo de Excelência do Café, Edinaldo José Abrahão, destacou as ações desenvolvidas com o intuito de desenvolver uma macro-cultura de inovação no sistema agroindustrial do café.

As informações são do Polo De Excelência do Café, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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