Apesar da expectativa da indústria mineira do café por incentivos fiscais e conseqüente competitividade aos produtores, não há previsão de redução de impostos, segundo o coordenador adjunto do Programa Estruturador do governo na área do café (Agrominas), Bernardino Cangussu.
"Isto vai ser levado à pauta, mas depende de outras secretarias e até do impacto no Estado", justificou Cangussu em notícia do jornal O Tempo/MG.
A secretaria pretende realizar um estudo para prospectar novos negócios de indústrias em Minas. "É preciso criar um ambiente favorável e melhorar as condições para as empresas que estão aqui", admitiu.
Apesar de ser a maior do país em safra cafeeira, com cerca de metade da produção, MG só beneficia 12% do que colhe.
Independente de um possível pacote de medidas, até o final do ano, Minas Gerais terá três centros de excelência do café para melhorar a qualidade da mão de obra da cadeia. O primeiro foi inaugurado em Machado (Sul de Minas) no primeiro semestre.
MG: governo não prevê isenção fiscal para café
Apesar da expectativa da indústria mineira do café por incentivos fiscais e conseqüente competitividade aos produtores, não há previsão de redução de impostos, segundo o coordenador adjunto do Programa Estruturador do governo na área do café (Agrominas), Bernardino Cangussu.
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