A seca de 66 dias atrasou a florada de setembro nos cafezais da região de São Sebastião do Paraíso (MG). Elas só começaram a acontecer agora, com as chuvas dos últimos dias, que chegaram a 90 milímetros. Em outras regiões a situação ainda é de déficit hídrico.
"O momento é de expectativa para saber se vai ocorrer um "pegamento" do fruto. A expectativa é boa e estamos torcendo para que esta situação se concretize. Essa avaliação, se houve perda ou não, só será feita em novembro ou dezembro", explicou o coordenador do Departamento de Gestão do Agronegócio da Cooperativa de Café de São Sebastião do Paraíso (Cooparaiso), Marcelo de Moura Almeida.
Segundo ele, a expectativa é chegar a 13,5 milhões de sacas no decorrer do exercício, com a colheita que será feita entre os meses de julho e agosto.
Já a Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé) atua ainda com a seca. "No Cerrado, o déficit de água é muito elevado, com o nível de armazenamento chegando a quase zero. Para os produtores que possuem sistema de irrigação o problema era de abastecimento. Em outras regiões, posso dizer que o nível de perda foi menor, sem ter condições de realizar uma avaliação mais detalhada", explicou o gerente de desenvolvimento técnico, Joaquim Goulart de Andrade.
De acordo com ele, nada pôde ser feito para amenizar a situação. "As cidades de Carmo do Rio Claro e Alfenas (sul de Minas) sofreram severamente com o déficit de água. Em Guaxupé (sul de Minas) tivemos a abertura de uma boa florada em agosto. Entretanto, ainda é muito cedo para avaliar o tamanho da safra. Teremos quebra e a avaliação será feita até o final do ano", projetou.
As informações são do Diário do Comércio/MG.
MG: chuva alivia situação de parte dos cafezais
A seca de 66 dias atrasou a florada de setembro nos cafezais da região de São Sebastião do Paraíso (MG). Elas só começaram a acontecer agora, com as chuvas dos últimos dias, que chegaram a 90 milímetros. Em outras regiões a situação ainda é de déficit hídrico. O gerente de desenvolvimento técnico da Cooxupé, Joaquim Goulart de Andrade, explica que "no Cerrado, o déficit de água é muito elevado, com o nível de armazenamento chegando a quase zero. Para os produtores que possuem sistema de irrigação o problema era de abastecimento".
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