Ao contrário das demais regiões produtoras, os cafeicultores do cerrado mineiro estão com 35% da safra a ser colhida vendida. Eles destacam-se por usar as ferramentas de comercialização antecipada.
Segundo o vice-presidente do Conselho das Associações de Cafeicultores do Cerrado (Caccer) e presidente da Coocaccer de Carmo do Paranaíba (Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado - Núcleo Carmo do Paranaíba), Jerry Magno Resende, os produtores utilizam muito ferramentas como a CPR (Cédula de Produto Rural), troca por insumos e fixação para entrega futura. "O produtor do cerrado é o que mais usa essas ferramentas antecipadas de comercialização", observou.
O preço futuro nas bolsas mantém-se melhor que a cotação atual do mercado físico, o que atrai o produtor. Além disso, o produtor se capitaliza e se financia através dessas negociações para um período de altos custos que é o da colheita.
Em relação à comercialização da safra de 2007, Resende acredita que mais de 90% estejam vendidas. Mesmo com a queda nos preços internacionais, que diminuiu o ritmo de negócios a partir de março, informou notícia da Agência Safras.
MG: cerrado adiantou venda de 35% da safra 2008
Ao contrário das demais regiões produtoras, os cafeicultores do cerrado mineiro estão com 35% da safra a ser colhida vendida. Eles destacam-se por usar as ferramentas de comercialização antecipada.
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