O fim antecipado da safra do café em Minas Gerais reduziu o número de empregos com carteira assinada no estado. Em agosto foram eliminados 16.281 postos de trabalho, resultado de 176.904 demissões e 160.623 admissões. No mesmo intervalo do ano passado o saldo foi positivo, com geração de 10.547 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A agricultura foi responsável pela extinção de 36.217 vagas formais no oitavo mês de 2007, tendo demitido 57.588 pessoas e contratado apenas 21.317. No mesmo mês de 2006 a atividade havia eliminado 12.835 empregos com carteira assinada, número 182,2% menor que agora, informou notícia de Mário Corrêa, do Diário do Comércio/MG.
Conforme o assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Pierre Santos Vilela, a principal influência na queda dos empregos no campo foi a antecipação do fim de safra de café, que normalmente só termina em setembro. "Em julho a maioria dos cafezais já estava colhendo", disse.
Mas segundo ele, a tendência é que a partir de outubro os números da agricultura voltem a subir, com novas contratações para preparação de terreno para o período de chuvas e novas safras. "No mês que vem começa a safra de grãos, que normalmente pesa bastante no emprego", destacou.
MG: campo extingüe mais de 36 mil postos de trabalho
O fim antecipado da safra do café em Minas Gerais reduziu o número de empregos com carteira assinada no estado. Em agosto foram eliminados 16.281 postos de trabalho, resultado de 176.904 demissões e 160.623 admissões. No mesmo intervalo do ano passado o saldo foi positivo, com geração de 10.547 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
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