MG: bancos tomam terras de produtores endividados
A crise do café em Minas Gerais começa a ficar ainda mais insustentável. Agora, bancos começam a executar garantias dos endividados tomando terras e cafezais de quem não consegue pagar custeios e investimentos das suas dívidas.
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"A situação chegou num limite que o produtor está preferindo entregar o patrimônio no banco, fazer um acordo, sair da atividade e parar de sofrer porque ninguém aguenta mais essa vida de cafeicultor", descreve o presidente do sindicato rural de Carmo de Minas, Lúcio Mauro Junqueira, o desespero atual da região do sul de Minas.
Ainda não se sabe a quantidade exata de propriedades que foram tomadas pelos bancos e agora estão indo a leilão, mas a região que é composta essencialmente por produtores de pequeno porte, pede para que a cafeicultura seja analisada com cuidado pelo Governo a fim de não extinguir a atividade no sul de Minas Gerais.
"O preço do café não sobe, o produtor está endividado e alguma coisa precisa ser feita senão vai acabar a cafeicultura de Minas", apela Junqueira.
As informações são do portal Notícias Agrícolas, adaptadas pela equipe CaféPoint.
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LONDRINA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 09/03/2010
Infelizmente nossas autoridades não estão nem aí, nossos deputados e senadores menos ainda e os próprios cafeicultores estão totalmente desorganizados. Lamentável. Após 50 anos na atividade estamos erradicando. Dá pena, mas é uma realidade. Se fosse na Argentina...

CARMO DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/03/2010
" cooperativismo: união de muitos para beneficio de poucos"
Vamos aguardar as vendas dessas propiedades para ver os beneficiados...
" Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933