O México caiu para décimo primeiro lugar no ranking de produção de café em todo o mundo, ficando abaixo de países que também estão enfrentando situações críticas e problemas de pobreza como Peru, Guatemala e Honduras, que aumentou a sua produção para seis milhões de sacas, o dobro da mexicana.
Com os preços baixos, plantas velhas e ferrugem, os produtores de café só receberam paliativos, registrando um sério declínio na produção. Em Veracruz, a ferrugem devastou 90 mil hectares de plantações de café.
Somado a isso, ao longo dos últimos 21 anos, abandonou-se a pesquisa e a inovação na área de café, embora a indústria de alimentos seja a terceira maior fonte de divisas para o país, incluindo café, disse Esteban Escamilla Prado, pesquisador do Cenacafe da Universidade de Chapingo, em Huatusco.
Durante o Fórum Internacional de Pesquisa e Inovação para o setor de café, Esteban disse que em dois anos se espera aumentar a produção mexicana para 10 milhões de sacas, buscando para se reposicionar no panorama internacional.
Ele lembrou que durante os anos 50, o México chegou ao terceiro lugar a nível mundial na produção de café, no entanto, os vários governos deixaram os produtores desamparados com a redução das pesquisas. Assim, eles não tiveram oportunidade de serem treinados para evitar a crise da ferrugem que em 2013 e 2014 atacou severamente as plantações de café por todo o país.
As informações são do OEM-Informex / Tradução por Juliana Santin
México cai em ranking mundial de países produtores de café
O país ficou abaixo de outros países que estão em situações críticas como Peru, Guatemala e Honduras.
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