Mapa: convênios do Funcafé beneficiam cafeicultura
O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) assinou convênio com a Fundação de Apoio à Tecnologia Cafeeira (FunProcafé) para geração e difusão de tecnologia, atendimento laboratorial, controle fitossanitário e capacitação de pessoal para os cafeicultores de Minas Gerais. Outro convênio do Funcafé, firmado com a a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab/PR) vai permitir a produção de sementes e mudas de café.
Publicado por: CaféPoint
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Entre as atividades previstas, estão a manutenção de campos experimentais e infraestrutura laboratorial e de demonstração para os trabalhos técnicos nos campos de Patrocínio, Varginha, Boa Esperança, Carmo de Minas, Varjão de Minas, Pirapora, Martins Soares, Coromandel e em outras propriedades. Também foram programados cursos, dias de campo, publicações de boletins técnicos e realização do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras.
Outro convênio do Funcafé, firmado com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab/PR) vai permitir a produção de sementes e mudas de café. De acordo com os técnicos, deverá ocorrer a reposição da quantidade de áreas recém-erradicadas e até mesmo aumento da área total cultivada no estado. Até 2010 espera-se um incremento nos plantios de novas áreas de café arábica no Paraná que serão beneficiadas pelo Plano de Apoio para Sustentabilidade da Cafeicultura nas Propriedades Rurais do Estado do Paraná.
Produção no Paraná
O Paraná é o quarto produtor de café do Brasil, depois de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, com uma produção estimada entre 1,65 a 1,8 milhões de sacas para este ano, queda de 36,7% em relação à temporada anterior, em uma área de 93,1 mil hectares.
No levantamento, observa-se uma redução de 0,8% na área cultivada total devido à erradicação de áreas improdutivas após a colheita do ano passado, especialmente na região do Arenito Caiuá (núcleos regionais da Seab de Umuarama, Paranavaí e parte de Maringá). Já a área de produção será 3,9% menor por conta das podas (esqueletamento). Este manejo é normal para as áreas mais adensadas, realizado a cada três anos e logo após uma colheita cheia.
A poda ocorreu também para renovar as lavouras e reduzir o custo de produção diante da perspectiva de retração da safra neste ano por efeito da bienualidade negativa da cultura. A produção nacional está calculada em um intervalo de 36,9 e 38,8 milhões de sacas de 60 quilos, em 2,3 milhões de hectares.
Produção em Minas Gerais
De acordo com o último levantamento da Conab (janeiro/2009), a produção em Minas Gerais deverá ficar entre 17,9 milhões a 18,8 milhões sacas de café beneficiados, redução entre 23,9 e 20% em relação à safra anterior (23,5 milhões de sacas), em uma área estimada em 1,007 milhão de hectares, retração média de quase 4% comparado à temporada passada (1,048 milhão de hectares).
Nas regiões sul e centro-oeste de MG a redução de área chega a quase 7% devido à adoção de práticas de podas e erradicação da lavoura. O estado contribui com cerca de 49% da produção nacional que deverá ser colhida neste ano. As informações são do Mapa.
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