Mapa: café torrado e moído será regulamentado

Através de consulta pública, aberta desde ontem (25), o governo pretende elaborar a instrução normativa que regulamentará a identificação e a qualidade do café torrado em grão e moído no Brasil. O prazo para os cafeicultores, beneficiadores, torrefadores e consumidores apresentarem as sugestões é de 60 dias. A regulamentação tornará mais eficiente a fiscalização da qualidade do produto. "Pela primeira vez, o Brasil vai dispor de um regulamento técnico de qualidade do café torrado e moído. Isso permitirá estabelecer um padrão mínimo nas licitações governamentais e também possibilitará a fiscalização da qualidade do produto", avaliou o diretor do Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do ministério, Lucas Ferreira.

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Através de consulta pública, aberta desde ontem (25), o governo pretende elaborar a instrução normativa que regulamentará a identificação e a qualidade do café torrado em grão e moído no Brasil. O prazo para os cafeicultores, beneficiadores, torrefadores e consumidores apresentarem as sugestões é de 60 dias.

As propostas com fundamentação técnica devem ser encaminhadas por escrito ao endereço: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento / Secretaria de Defesa Agropecuária / Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal / Coordenação-Geral de Qualidade Vegetal - Esplanada dos Ministérios - Bloco "D" - Anexo ala "B" 3º andar, sala 338 CEP: 70.043 - 900 - Brasília/DF.

A regulamentação tornará mais eficiente a fiscalização da qualidade do produto. "Pela primeira vez, o Brasil vai dispor de um regulamento técnico de qualidade do café torrado e moído. Isso permitirá estabelecer um padrão mínimo nas licitações governamentais e também possibilitará a fiscalização da qualidade do produto", avaliou o diretor do Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do ministério, Lucas Ferreira.

As sugestões para a consulta pública também podem ser remetidas aos seguintes endereços eletrônicos: nilton.fernandes@agricultura.gov.br e fernando.penariol@agricultura.gov.br.

As informações são do Mapa.
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Marcell Godoi Chiovato
MARCELL GODOI CHIOVATO

ARAGUARI - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE CAFÉ

EM 02/04/2008

A instrução normativa regulamentando o café torrado e moído aqui no Brasil será uma grande vitória não só por parte dos consumidores, como também das torrefações que produzem café de boa qualidade.

E o pior é ter que competir com torrefadores que produzem de tudo, menos café torrado e moído, vendendo café nas prateleiras dos supermercados a preços extremamente baixos.

A fiscalização em cima da produção de café deveria ser constante, até porque, muitos maus torrefadores voltam a produzir café "miorado" (café com milho), após a análise de qualidade dos fiscais. Há torrefadores que acabam por pagar as multas e continuam produzindo café cheio de impurezas.

Espero que essa normativa possa realmente ser posta em prática, para que torrefadores honestos tenham seu trabalho reconhecido.
Wilson Lasmar
WILSON LASMAR

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 28/03/2008

Em Minas Gerais, existe o Decreto nº 44.661, de 26 de Novembro de 2007 que estabelece normas relativas à aquisição de café torrado em grão e torrado e moído pelos órgãos e entidades do Poder Executivo. Pode ser uma contribuição para este trabalho.

Wilson Lasmar
luis antonio candido
LUIS ANTONIO CANDIDO

ITU - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 26/03/2008

O 1º produtor e o 2º consumidor de café está muito atrasado quando se fala em torra e moagem, haja vista a quantidade de pequenas e médias torrefações que utilizam todavia os "famosos" moinhos Martelo. Estes, além de servirem para maltratar o café, aquecendo-o ainda mais e dispersando CO2, exige que se faça o "famoso" furo na embalagem almofada, que ainda é a mais utilizada no Brasil.

O Moinho Martelo deveria ser extinto, uma vez que é o único que permite produzir o "famoso" café adulterado, ou seja, ele consegue moer paus, capim, palha, milho, soja, açúcar, cascas e uma infinidade de substâncias, que não são café.

Vários importadores quando descobrem a tecnologia do Martelo, fecham as portas para nosso café, ou seja, após as análises elaboradas, aparecem contaminantes ainda com carga metálica altíssima, só os consumidores brasileiros não sabem o que bebem.

Já estava na hora de disciplinar este produto, só aguardemos que exista seriedade, aí talvez possamos exportar café moído. No aguardo continuamos a beber essas coisas que não são aceitas em outros países.

O ministério público deveria intensificar e agir assim como no leite. E vamos tomar um "puro", que só Deus sabe!