Livro explora as indicações geográficas brasileiras para café

Obra detalha características e técnicas de cada terroir, dados socioeconômicos das IGs, histórias de alguns produtores e perfil sensorial dos grãos

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A imagem de cafezais plantados em sistema agroflorestal na região do Norte Pioneiro do Paraná, uma indicação de procedência para cafés, é do fotógrafo Marcelo Coelho para o livro A Revolução do Café Brasileiro - Regiões com Indicação Geográfica, que explora, por meio de fotografias e textos em português e inglês, a cultura e o valor de 14 indicações geográficas brasileiras (as recentes IGs Chapada Diamantina e Vale da Grama). Ao longo de mais de 250 páginas, a obra detalha características e técnicas de cada terroir, dados socioeconômicos das IGs, histórias de alguns produtores e perfil sensorial dos grãos.

Figura 1

“A obra traz uma abordagem do protagonismo do produtor e das regiões cafeicultoras com IG”, diz Juliano Tarabal, diretor-executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e que edita o livro ao lado do pesquisador da Embrapa Rondônia Enrique Alves. “Nossa expectativa é que ele seja uma ferramenta de promoção do café brasileiro nas regiões com indicação geográfica”, diz ele. “É impossível vender o Brasil como um país único, sem apresentar essa diversidade de cafés”, acredita. Os textos são de Michelle Dufour, e há artigos introdutórios de diversos autores.

Onde comprar: www.cafestore.com.br

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Equipe CaféPoint

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