Leitor aponta saída para cafeicultura de montanha
De acordo com minhas análises, os preços do café, em dólar, não ficarão muito diferentes dos atuais. Entretanto, para alguns cafeicultores, preços estabilizados nos patamares atuais significa prejuízo, pois a cafeicultura está mudando rapidamente e isso também está influenciando os preços. Qual será a solução dos cafeicultores com lavouras implantadas nos morros, que dependem de mão de obra para tudo?
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Confira o texto abaixo, em que o consultor, além de elaborar sua opinião, apresenta uma solução bastante interessante para a cafeicultura de morro, envolvendo a produção de cafés diferenciados.
"A demanda pelo café está aumentando no Brasil, mas no resto do mundo o consumo está estável ou caindo, como é o caso dos EUA, considerado o maior país consumidor do grão no mundo, onde a Starbucks está fechando lojas.
Quando a demanda está em queda, os preços pagos aos produtores e ao consumidor final tendem a cair também. Preços baixos é oportunidade para formação de estoques, que no futuro irão regular a oferta e manter os preços controlados pelos grandes importadores e re-exportadores como é o caso da Alemanha, maior importador e re-exportador mundial de café.
De acordo com minhas análises, os preços do café, em dólar, não ficarão muito diferentes dos patamares atuais. Sem contar com o imponderável, analisando a conjuntura mundial e os gráficos com projeções anuais, os preços dos ativos de uma forma geral e do café especificamente, não experimentarão aumentos significativos.
Entretanto, para alguns cafeicultores, preços estabilizados nos patamares atuais significa prejuízo, pois a cafeicultura está mudando rapidamente e isso também está influenciando para que os preços se mantenham nos patamares atuais. O cafeicultor cuja lavoura é irrigada e a topografia permite colheita e tratos culturais mecanizados está numa boa, pois não sofre os efeitos da bienualidade, mantendo uma produção alta, constante e sem quebra, com custo de produção reduzido.
Para esse produtor, os níveis de preços atuais remunera a atividade com lucro. Para os outros, que dependem de mão-de-obra e de São Pedro, as coisas ficaram complicadas. Para esses últimos, a solução é o aumento nos preços sem aumento de custos, o que é muito difícil de acontecer, senão vejamos:
Se o governo conseguir subir os preços do café, mesmo que seja de forma artificial, ou seja, independentemente da demanda e da oferta, os custos de mão-de-obra sobem imediatamente, aumentam-se os custos e o possível lucro vai embora na colheita - sem falar dos fabricantes de insumos de forma geral, que ajustam também os preços dos seus produtos assim que o pacote de ajuda sair, com consequente aumento do custo de produção.
Se o governo reduzir a oferta através de estoques reguladores, o Brasil perderá mercados cativos, já que a oferta mundial não está comprometida, como acreditam alguns. Os estoques que estão sendo formados mundo afora nesta época de preços baixos serão suficientes para atender a demanda no próximo ano, que será de safra baixa no Brasil. O Brasil bateu recorde de exportação de café nos últimos meses: olha aí a formação de estoques no estrangeiro.
Enfim, se do lado dos custos não tem como trabalhar e os preços tendem a ficar nos patamares atuais, a solução dos cafeicultores com lavouras implantadas nos morros, que dependem de mão de obra para tudo, deverá ser agregar valor ao seu produto para vender mais caro. Quem quiser saber como se faz isso, recomendo que façam uma visita à cidade de Carmo de Minas e vejam com seus próprios olhos os projetos que os companheiros cafeicultores implantaram por lá. Criaram uma associação de produtores, reduziram os custos de produção ( compram em conjunto), fazem eles mesmos o beneficiamento (agregam valor ao produto) e hoje são os campeões brasileiros em produção de café de qualidade e preços remuneradores.
A cadeia do café da maneira como está concebida no Brasil faz do produtor um escravo das cooperativas, que não dividem os seus lucros com os cooperados e uma presa fácil para políticos expertos que no fundo estão dispostos a mexer com tudo desde que não se mude nada.
Companheiros Cafeicultores, unam-se em associações, fortaleçam-se como classe, reduzam seus custos, aumentem a qualidade, agreguem valor ao seu produto, tornem-se independentes das grandes cooperativas atuais e assim, só assim, vocês conseguirão remunerar seu produto com lucro".
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MARINGÁ - TOCANTINS
EM 26/02/2009

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 15/02/2009
Tive a felicidade de participar de dois congressos brasileiros do Café nos quais fui apresentado ao trabalho desenvolvido em Carmo de Minas.
Antes de escrever para vocês, aproveitei para conversar com alguns companheiros que estiveram comigo nesses congressos, com o objetivo de certificar-me de que minhas informações (obtidas nesses congressos) estavam corretas. E elas foram confirmadas.
Então fiquei com uma série de dúvidas quando li seu texto. Vamos a elas:
Nesses congressos foi apresentado um trabalho realizado por uma " Associação dos produtores de café de Carmo de Minas" , criada por volta do ano de 2000, por produtores. Foi apresentado também que essa "associação" conseguiu junto ao poder público ( Prefeitura) recursos a fundo perdido ( linhas para desenvolvimento de projetos sociais ) e com esses recursos a prefeitura cimentou a custo zero para o produtor, mais de 900 terreiros de pequenas propriedades, compraram maquinário para processamento, etc. Foram mostradas fotos em uma apresentação em Power Point.
A partir daqueles dois congressos, nos quais o caso de sucesso do produtores de café de Carmo de Minas foram apresentados, me tornei profundo defensor do projeto e sempre que posso, cito com exemplo.
Na minha região somos dependentes das grandes cooperativas: a Cooxupé e a Cooparaíso. E com elas a relação é diferente. Por isso gostaria que explicassem o processo, a concepção, os parceiros , as etapas, o que foi construído e como obtveram os recursos necessários, como os lucros são distribuídos...
Se a coisa está ruim para vocês que tem uma estrutura de produção, processamento e comercialização, imagina nós que temos que entregar nossa bica corrida e ver a cooperativa transformá-la em café especial e só ela auferir o lucro desse procedimento!
Sucesso aos dois!

CARMO DE MINAS - MINAS GERAIS
EM 12/02/2009
Em resposta ao Sr. Cláudio José Fonseca Borges, em que cita uma Associação de produtores de café de Carmo de Minas, acredito eu, que esteja reportando à Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira - APROCAM, fundada em 1997, com o objetivo central de capacitar técnica e administrativamente os cafeicultores através de palestras, dias de campo, workshops, "trocas de idéias", viagens de grupos de produtores para outras regiões produtoras de café e também viagens internacionais para conhecer mercados compradores como EUA e Japão.
Recebemos também delegações dos EUA, Japão e Europa.
O nosso foco realmente é reduzir os custos de produção, através de compras em conjunto, conhecimento dos custos, implementação de técnicas de colheita mais barata, etc. , e na outra ponta agregar valor aos cafés de altíssima qualidade da região da Serra da Mantiqueira.
Isso com muito trabalho da APROCAM, COCARIVE E CARMO COFFEES. Fazemos o trabalho institucional (APROCAM), de preparo do café (COCARIVE) e comercialização (CARMO COFFEES).
Conseguimos muitos resultados em concursos de cafés , mas quanto aos "preços remuneradores" , hoje estão longe da necessidade até mesmo da sobrevivência da cafeicultura na região.
O caminho acho que realmente é este, mas os resultados ainda estão longe de serem alcançados.
Mas a luta continua...
Antônio José Junqueira Villela
Presidente da APROCAM
Carmo de Minas - MG

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 08/02/2009
Não disse em momento algum que o produtor pode prescindir de ajuda governamental, porém não tenho saudade do IBC.
A cooxupé pagou R$ 40,00 a menos por saca que a Cooparaíso na história do Pepro no ano retrasado. Esse tipo de atitude não condiz com os princípios do cooperativismo. Algumas cooperativas estão muito bem, obrigado, enquanto os produtores de café de montanha estão quebrados.
Afirmo que precisamos acabar com todas essas entidades atuais, mandar todas as lideranças para casa vestirem pijamas e começar tudo de novo sem os vícios atuais que fizeram a cafeicultura chegar onde chegou. Falo das cooperativas que viraram bancos - e não há como fortalecê-las mais que isso.
Escrevo com conhecimento de causa, pois sou produtor de café e não apenas dono de fazenda.

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 06/02/2009
Os que criticam e não participam acabam por usufruir as conquistas resultante da luta dos dirigentes de cooperativas, CNC, CNA, etc...

SÃO LOURENÇO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 05/02/2009
Quero comentar sobre sua afirmação: o preço do mercado é a resultante entre a demanda e a oferta. Isso é o que se afirma, mas nem sempre é a verdade. Basta olhar o movimento das Bolsas e ter certeza que os atores do mercado financeiro - os Fundos - com sua extraordinária capacidade financeira distorcem todos fundamentos de mercado elevando e baixando as cotações ao seu interesse. E como o mercado de café também é cotado em Bolsa, imagine o Senhor o estrago que os técnicos, especuladores e afins, baseados em gráficos de tendências, podem fazer com uma simples mudança de humor.
Quanto à diminuição da demanda de café no mundo, deve-se questionar os blends que hoje são oferecidos ao consumidor com uma parcela cada vez menor de café arábica sendo este substituído muitas vezes por outros cafés.
Afirmar que a Starbucks está fechando porque o consumo de café está em queda é, no mínimo, primário. Conheço empresas que compram cafés de qualidade - e pagam preços justos - que estão aumentando sua participação no mercado mundial justamente por privilegiar cada vez mais o árábica de qualidade.
Mais: o preço do café não é o principal componente do custo do produto final. Vale afirmar que o preço do café pago ao produtor brasileiro não representa sequer 10% do preço final do "cafezinho" servido em Nova York.
Outra idéia distorcida da realidade é crer que o produtor brasileiro possa se abster do apoio governamental em momentos de crise (até os produtores de países desenvolvidos e muito mais capitalizados convivem com auxílio governamental). Ai, que saudade do IBC! Pergunte a qualquer cafeicultor o vazio deixado pela ausência desta instituição. A Colômbia, nossa concorrente, tem uma, você sabia?
Por fim, gostaria de ressaltar que nas cooperativas que conheço - e não são poucas - todas praticam a democracia. Falar sem conhecimento e denegrir a imagem dos nossos líderes eleitos democraticamente é o jeito mais fácil e mais deselegante de destruir nossa classe que já luta deveras para se manter unida.
Afirmo assim que não precisamos de mais entidades, mas sim de fortalecer, participar e mudar aquilo que for preciso, acatando o que a maioria assim desejar em nossas cooperativas.

CARMO DE MINAS - MINAS GERAIS
EM 04/02/2009
Será que houve sinceridade de sua parte ao recomendar uma visita a Carmo de Minas?
Se foi sincero, cumpre-nos evidenciar alguns pontos relevantes não somente com o fim de esclarecê-lo um pouco mais, mas, também como forma de nortear os leitores em suas conclusões:
1 - É verdade que em Carmo de Minas os cafeicultores se unem (através da Associação e da Cooperativa) para obterem preços mais acessíveis na compra dos produtos básicos, extremamente necessários à cafeicultura, como forma de encolher os custos.
2 - É verdade também, que através da Cooperativa, os cafeicultores de Carmo de Minas não tiveram outra saída para o seu agro-negócio (cafeicultura de montanha), se não em investirem no preparo dos cafés finos que produzem "nas montanhas", desde que estes cafés colhidos (em geral lotes muito pequenos, em torno de 20 sacas) tenham potencial para o pequeno e restrito mercado de cafés finos para "espresso".
Vale afirmar e esclarecer, que embora a custa de muita luta por parte dos cafeicultores e a um custo financeiro muito mais alto do que o normal, na grande maioria das vezes essa tentativa de agregar algum valor ao café produzido é INGLÓRIA para os produtores. Estes infelizmente não dependem somente da própria luta, mas, também da NATUREZA como não poderia deixar de ser.
3 - Alguns destes pequenos lotes de café, produzidos numa proporção muito pequena, após rigorosa seleção, são classificados como "finos". Evidentemente acabam por despontar nos concursos de qualidade, obtendo às vezes, preços diferenciados (mas nem sempre vantajosos), que acabam por despertar a atenção de quem não conhece a realidade sócio-econômica e financeira da cafeicultura da região.
4 - Não obstante a grandeza destas iniciativas por parte dos produtores "das montanhas", todas as suas ações tem se revelado inócuas e ineficazes como forma de reverter a caótica situação da cafeicultura em nossa região, de tal forma que a atividade possa ao menos ser considerada como "auto-sustentável".
Porém, se a afirmativa do senhor Cláudio José Fonseca Borges foi de premeditada má intenção, ou se teve o tom de irresponsável zombaria, pedimos que o mesmo esclareça para todos quais são as reais intenções contidas em suas afirmativas e a quem ele pretendeu atingir: se aos cafeicultores em suas legítimas reivindicações, ou a alguma "grande" cooperativa especificamente?
Quanto a nós de Carmo de Minas, abrimos nossas portas a quem quiser se inteirar da verdadeira realidade sobre o assunto em questão.

CARMO DE MINAS - MINAS GERAIS
EM 04/02/2009
1 - É verdade que em Carmo de Minas os cafeicultores se unem (através da Associação e da Cooperativa) para obterem preços mais acessíveis na compra dos produtos básicos, extremamente necessários à cafeicultura, como forma de encolher os custos.
2 - É verdade também, que através da Cooperativa, os cafeicultores de Carmo de Minas não tiveram outra saída para o seu agronegócio (cafeicultura de montanha), se não em investirem no preparo dos cafés finos que produzem "nas montanhas", desde que estes cafés colhidos (em geral lotes muito pequenos, em torno de 20 sacas) tenham potencial para o pequeno e restrito mercado de cafés finos para "espresso".
Vale afirmar e esclarecer, que embora a custa de muita luta por parte dos cafeicultores e a um custo financeiro muito mais alto do que o normal, na grande maioria das vezes essa tentativa de agregar algum valor ao café produzido é INGLÓRIA para os produtores. Estes infelizmente não dependem somente da própria luta, mas, também da NATUREZA como não poderia deixar de ser.
3 - Alguns destes pequenos lotes de café, produzidos numa proporção muito pequena, após rigorosa seleção, são classificados como "finos". Evidentemente acabam por despontar nos concursos de qualidade, obtendo às vezes, preços diferenciados (mas nem sempre vantajosos), que acabam por despertar a atenção de quem não conhece a realidade sócio-econômica e financeira da cafeicultura da região.
4 - Não obstante a grandeza destas iniciativas por parte dos produtores, todas as suas ações tem se revelado inócuas e ineficazes como forma de reverter a caótica situação da cafeicultura em nossa região, de tal forma que a atividade possa ao menos ser considerada como "auto-sustentável".
Quanto a nós, de Carmo de Minas, abrimos nossas portas a quem quiser se inteirar da realidade sobre o assunto em questão.

MOCOCA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/02/2009
Quanto à solução encontrada por nós, produtores de cafés finos de Carmo de Minas e região, pode ser seguida em parte. A criação de grupos facilitará a compra de insumos, mas a produção deste CAFÉ FINO dependerá de condições naturais, que fogem de nosso controle, como clima, altitude, chuvas, temperatura entre outros. Além, é claro, de uma dedicação e zelo do produtor no processo de secagem dos grãos do café.
Vale lembrar que o percentual de cafés finos não chega a 15% do café colhido. O valor pago a estes CAFÉS FINOS, os melhores do país, ou do mundo, são pequenos se compararmos com o valor que será gerado por eles. A conta é simples: de cada saca de café são produzidas 6500 xícaras de café espresso, num valor médio de R$3,00 a xícara = montante de R$ 19.500,00.
Portanto, o valor pago por estas "jóias raras" de Carmo de Minas, é justo. Mesmo assim, a cafeicultura em nosso país, está fadada a gerar um grande desemprego, caso não haja uma política de RENDA.

MOCOCA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/02/2009
Quanto a solição encontrada por nós, produtores de cafés finos de Carmo de Minas e região, pode ser seguida em parte. A criação de grupos facilitará a compra de insumos, mas a produção deste CAFÉ FINO, dependerá de condições naturais, que fogem de nosso controle, como clima, altitude, chuvas, temperatura entre outros. Além é claro de uma dedicação e zelo do produtodor no processo de secagem dos grãos do café.
Vale lembrar que, o percentual de cafés finos, não chega a 15% do café colhido.
O valor pago a estes CAFÉS FINOS, os melhores do país, ou do mundo, são pequenos se compararmos com o valor que será gerado por eles. A conta é simples, de cada saca de café são produzidas 6500 xícaras de café espresso, num valor médio de R$3,00 a xícara, irá gerar um montante de R$19500,00.
Portanto o valor pago por estas "jóias raras" de Carmo de Minas, é justo.
Mesmo assim, a cafeicultura em nosso país, está fadada a gerar um grande desemprego, caso não haja uma política de RENDA.

MOCOCA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/02/2009
Quanto a solição encontrada por nós, produtores de cafés finos de Carmo de Minas e região, pode ser seguida em parte. A criação de grupos facilitará a compra de insumos, mas a produção deste CAFÉ FINO, dependerá de condições naturais, que fogem de nosso controle, como clima, altitude, chuvas, temperatura entre outros. Além é claro de uma dedicação e zelo do produtor no processo de secagem dos grãos do café.
Vale lembrar que, o percentual de cafés finos, não chega a 15% do café colhido.
O valor pago a estes CAFÉS FINOS, os melhores do país, ou do mundo, são pequenos se compararmos com o valor que será gerado por eles. A conta é simples, de cada saca de café são produzidas 6500 xícaras de café espresso, num valor médio de R$3,00 a xícara, irá gerar um montante de R$19500,00.
Portanto o valor pago por estas "jóias raras" de Carmo de Minas, é justo.
Mesmo assim, a cafeicultura em nosso país, está fadada a gerar um grande desemprego, caso não haja uma política de RENDA.
DIVINOLÂNDIA - SÃO PAULO
EM 03/02/2009
Com relação ao título desta matéria, quero acrescentar um pouco mais, ou seja, nossa saída esta também, na adoção de critérios de sustentabilidade de modo que possamos vir a formar uma nova classe de produtores que venham ser representados por pessoas que não traiam suas convicsões e seus ideais, cafeicultores que passem a respeitar o meio ambiente e sejam éticos nas suas relações sociais e comerciais.
Enfim, criarmos um novo BRASIL RURAL que tanto desejamos.

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 03/02/2009
e estão mais preocupados com o bem estar dos seus funcionários, garantir-lhes um salário justo, mesmo que para isso tenham que explorar até a última gota de sangue dos cooperados.
Que que é isso gente? Os donos das cooperativas somos nós, os cooperados. Os outros existem para tocar um negócio que é nosso! Isso é inversão de valores: tornamos empregados das cooperativas e seus funcionários marajás!

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 03/02/2009
Não somos idiotas, mas somos trouxas, por nos acomodarmos, e não iniciarmos um trabalho sério, como "donos" das cooperativas, em exigir de seus diretores, honestidade de tratamento aos cooperados.
É uma lástima esse país! Só os espertos, e dentre eles os diretores das cooperativas, é que manipulam os preços do café, prejudicando-nos, e muito.

MOCOCA - SÃO PAULO - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 03/02/2009

LAVRAS - MINAS GERAIS - TRADER
EM 03/02/2009

AMPARO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 03/02/2009
SÃO LOURENÇO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 02/02/2009

LUIS EDUARDO MAGALHÃES - BAHIA - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 02/02/2009