Juliano Tarabal comenta sobre Certificação de Origem
A existência da Certificação de Origem, que é destinada às regiões que possuem Indicação Geográfica e ou Denominação de Origem Controlada, servem para distinguir diversos produtos por variados atributos.
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Carta de Juliano Tarabal
"Gostaria de contribuir com o artigo ressaltando a existência da Certificação de Origem, que é destinada às regiões que possuem Indicação Geográfica e ou Denominação de Origem Controlada, que servem para garantir a procedência dos produtos e delimitar áreas geográficas produtoras de determinados produtos que se distinguem por variados atributos, entre outros fatores que se aplicam a esta modalidade."
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Diante desse comentário e das evidências de que o mercado valoriza cada vez mais a sustentabilidade, o CaféPoint pergunta: Quais as práticas sustentáveis que você utiliza em sua propriedade em busca de certificação? O que você conhece sobre Certificação de Origem?
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CAMBUQUIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 02/11/2011
A rastreabilidade, bem como a certificação de origem é a melhor forma, juntamente com as boas praticas sociais, ambientais e economicas, poderão melhor posicionar as diversas regiões produtoras do pais. Caso contrario, estarão todos sujeitos a obedecer normas e interesses de ONG´s que pouco ou nada tem de interesses com essa áreas, a não ser os reais interesses de suas origens ou daqueles que as mantem.
Acredito que quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada,
quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores, quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você, quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
Melhor então, Certificar sua origem.
DIVINOLÂNDIA - SÃO PAULO
EM 31/10/2011
Falar em certificação aqui no Brasil já é algo muito dificil, falar em origem então ? Mas vamos lá.
A certificação, a pouco tempo atrás, surgiu como algo que poderia nos ajudar a obtermos uma renda extra, assim a princípio imaginávamos, fosse ela comércio justo ou sócio ambiental. Com o decorrer desses últimos 5 anos ela foi se estabelecendo até que finalmente mostrou sua real concepção, ou seja, nada mais é do que mais uma obrigação a ser cumprida, é lógico, tem lá seus méritos, como por exemplo, a gestão da propriedade.
Agora por último, muito tem se falado em origem, como se este conceito estivesse ligado somente a história, especialmente no que se referem as grandes fazendas, que se constituem em territórios próprios. Falarmos em origem, no caso do café, não basta apenas determinarmos de onde ele foi produzido, uma série de outros atributos devem ser considerados, mesmo porque, tratá-se de um conceito de direito coletivo, e é ai então, que começam a surgir os problemas.
Num pais como o nosso, que tem na agricultura 30% do seu PIB, mas que não sabe entender o por que disto, fica dificil falarmos em indicações geográficas. Este assunto, apesar de estratégico, aqui em São Paulo parece não despertar tanto interesse por parte do governo, basta ver, o descaso com que ele vem tratando a politica agrícola paulista, da dó de ver nossas instituições sendo sucateadas. A pesquisa e a extensão não merecem serem tratadas como estão sendo tratadas. A secretaria de agricultura paulista não merece ser tratada como tal, ou seja, uma secretaria de segundo escalão.
Portanto, se não voltarmos a sermos tratados com a importancia que sempre tivemos, cada vez mais, mais dificil vai ficar. Se não restabelecermos estes elos de ligação, produção-extensão -pesquisa-representação e iniciativa privada, podem ter certeza, certificação e origem, aqui em São Paulo será negócio para poucos.
GUAXUPÉ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 31/10/2011
Não acredito que seja uma segmentação ou divisão, mas uma busca por diferenciação. A inovação no setor cafeeiro ainda está engatinhando e inicativas que buscam modificar o panorama da cafeicultura são sempre bem vindas, ainda mais quando aliadas a práticas que buscam a sustentabilidade da atividade.