Japão descobre a qualidade do café centro-americano
No Japão, o consumo per capita de café é de 3,4 quilos, segundo a Organização Internacional de Café (OIC).
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Em Maruyama Coffee, uma espécie de laboratório serve cafés finos, distribuídos nas estantes em embalagens do grão da Costa Rica, Honduras, El Salvador, Guatemala e Nicarágua. Para o produto de cada país, Nakayama destaca características específicas, como o sabor ou a textura.
O Maruyama Coffee é uma marca conhecida pelos produtores centro-americanos. Um de seus principais representantes, Kentaro Maruyama, passa quase metade do ano viajando pelo mundo em busca de café e a América Central é uma região que sempre está em seu itinerário.
No Japão, o consumo per capita de café é de 3,4 quilos, segundo a Organização Internacional de Café (OIC).
Nakayama explica que descobriram o café centro-americano em 2002, quando um alto representante viajou ao Brasil, em busca do grão e começou a comprar a muitos bons preços. Foi assim que o nome do Maruyama Coffee começou a ser conhecido em toda a América e os produtores começaram a contatá-lo, incluindo os centro-americanos.
“Esse café (centro-americano) se adapta ao gosto dos japoneses”, disse Nakayama.
O Maruyama Coffee compra o café de duas formas: compra direta e mediante leilões. E é nos leilões eletrônicos que tem ficado famoso, por pagar os preços mais altos. Em junho de 2015, por exemplo, o Maruyama Coffee pagou US$ 4.210 por um quintal de café (saca de 46 quilos) em um leilão internacional do concurso Xícara de Excelência da Costa Rica.
Com 25 anos de presença no negócio, o Maruyama Coffee importa café cru para armazenar. No Japão, os especialistas dessa companhia ganharam cinco vezes a competição anual nacional de baristas e em 2014 triunfaram em um campeonato internacional com um café costarriquenho.
As informações são do http://www.elnuevodiario.com.ni / Tradução por Juliana Santin
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