Com o fortalecimento do mercado de cafés finos, a Itamaraty, de Rolândia, norte do Paraná, resolveu retornar às origens para continuar crescendo e voltar a ser importante num ramo tão tradicional no Brasil. Hoje a empresa é a 16ª torrefação do país, pelo ranking da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
Segundo reportagem de Norberto Staviski, da Gazeta Mercantil, em 2006 a Itamaraty faturou R$ 150 milhões e em 2007 espera crescer pelo menos 5% já com base na linha gourmet de cafés especiais.
"Há dois anos estamos participando com aquisições dos concursos de cafés especiais e hoje a linha representa 5% do negócio café. É um mercado completamente em aberto e pouco explorado, onde há um espaço muito grande para crescer", comentou o sobrinho dos fundadores e vice-presidente executivo da empresa paranaense, José Ângelo Marino, lembrando que em 2006 o negócio de café cresceu 20% na empresa.
Os cafés especiais estão sendo comercializados em quatro linhas que entraram no mercado em dezembro de 2005: orgânico, gourmet (100% arábico, originário dos leilões em concursos de qualidade (onde a saca pode atingir R$ 5 mil), descafeinado e extra-forte.
Neste ano, a empresa vai lançar, até maio, a linha de cafés aromatizados e, na seqüência, um produto pioneiro: cafés especiais regionais. "Essa linha terá blends de cafés certificados do sul de Minas, interior de São Paulo, norte do Paraná e Espírito Santo", informou o vice-presidente executivo.
Itamaraty volta a investir no café para crescer
Com o fortalecimento do mercado de cafés finos, a Itamaraty, de Rolândia, norte do Paraná, resolveu retornar às origens para continuar crescendo e voltar a ser importante num ramo tão tradicional no Brasil. Hoje a empresa é a 16ª torrefação do país, pelo ranking da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
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