Ipanema Coffees a caminho de sua internacionalização
Entrada de sócio norueguês vai permitir à Ipanema Coffes dar continuidade ao plano de expansão internacional. Além da Europa, a Ipanema está focando também o mercado norte-americano: no início desse ano, a empresa abriu escritório na Flórida, motivada pela crescente demanda de seus cafés especiais naquele mercado. Em 2008, a companhia deve produzir 165 mil sacas de café gourmet. Atualmente, 75% da produção são exportadas para os Estados Unidos, Europa, Japão e Austrália.
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"Com essa alteração societária, estamos dando mais um importante passo rumo à internacionalização da Ipanema Coffees", comentou o presidente da empresa, Washington Rodrigues, lembrando que o ingresso dos sócios foi fundamental para o grande crescimento nos últimos dois anos. "Fizemos investimentos maciços na infra-estrutura de preparo e colheita; ampliamos a capacidade de exportação, utilizamos ferramentas de hedge e de marketing. Tudo isso foi decisivo para que a Ipanema tivesse um aumento impressionante tanto de sua receita quanto de sua lucratividade", valorizou.
Para a Gávea, a alta das commodities mundiais, o status de "investment grade" e as perspectivas de crescimento do agronegócio brasileiro propiciaram a venda lucrativa. "De nossa parte, saímos realizados, tanto financeiramente como pessoalmente, e com sentimento de termos dado contribuição relevante para o desenvolvimento do negócio", considerou o conselheiro Helio França Filho.
Para o presidente do Conselho da Friele, Herman Friele, a decisão de entrada no Brasil e na Ipanema é uma grande realização. "Estamos cada vez mais convictos que o Brasil caminha para se firmar como um grande líder agrícola. Os modelos brasileiros de gestão de agronegócio são extremamente profissionalizados e lançam ao mundo um novo padrão a ser imitado".
A entrada do sócio norueguês vai permitir à Ipanema Coffees dar continuidade ao plano de expansão internacional. Além da Europa, a Ipanema está focando também o mercado norte-americano. No início desse ano a empresa abriu escritório na Flórida, motivada pela crescente demanda de seus cafés especiais naquele mercado. "Com os estoques próprios nos EUA, queremos atender clientes que compram poucas sacas por semana. A escolha dos portos para colocação dos estoques teve como critério atender a concentração dos clientes que queremos servir", explicou Rodrigues.
Neste ano, a companhia deve produzir 165 mil sacas de café gourmet. Atualmente , 75% da produção são exportadas para Europa, Estados Unidos, Japão e Austrália.
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