Diante das valorizações significativas dos preços do café desde a semana passada, embora a cotação da commodity negociada na bolsa de Nova York tenha recuado hoje mais de 5%, a indústria ainda não tem neste momento uma ação efetiva de alteração de preços, de acordo com Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
Conforme Herszkowicz, o momento é de observar o mercado, conversar com os produtores e olhar a previsão do tempo para ver se há uma tendência clara de alta no preço do produto.
Segundo a consultoria Pharos, em apenas sete sessões (encerradas na ultima quinta-feira, 6), o café arábica apresentou valorização de 26%, enquanto no ano passado inteiro a desvalorização da cotação foi de 23%.
Os preços vinham em alta em decorrência da seca que afeta algumas regiões produtoras de São Paulo e de Minas Gerais, o maior produtor nacional de café e responsável por cerca de metade da produção do grão no país. A estiagem e as altas temperaturas afetam o desenvolvimento dos grãos, que ficam menores e “ocos”.
As informações são do Valor Econômico, adaptadas pelo CafePoint
Indústria de café ainda não decidiu se vai reajustar preço
Diante das valorizações significativas dos preços do café desde a semana passada, embora a cotação da commodity negociada na bolsa de Nova York tenha recuado hoje mais de 5%, a indústria ainda não tem neste momento uma ação efetiva de alteração de preços.
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GINOAZZOLINI NETO
LONDRINA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 11/02/2014
Ué, e os lucros estratosféricos que a indústria obteve com o preço vil para o produtor e caro para o consumidor foi para onde? Compraram na baixa, venderam na alta e agora querem o quê?