IN16: Governo elimina avaliação sensorial do café
O Ministério da Agricultura revogou a Instrução Normativa nº 16, de 2010. Com essa instrução, o governo passaria a fiscalizar a qualidade do café colocado à disposição do consumidor. Estima-se que dos 20 milhões de sacas de café consumidas no país, 400 mil venham de palhas, paus, sementes de açaí e milheto.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em: - 1 minuto de leitura
Para se enquadrar à IN 16, as indústrias deveriam produzir café com menos de 1% de impurezas e com 5% de umidade, no máximo.
A instrução, que deveria ter entrado em vigor em fevereiro de 2011, na verdade nunca foi colocada em prática. Isso porque a cadeia de café concordava com as duas exigências anteriores do ministério sobre a qualidade do café, mas discordava de uma terceira: avaliação sensorial.
A proposta do governo era boa, uma vez que deveria retirar do mercado cafés que são de baixíssima qualidade.
Estima-se que dos 20 milhões de sacas de café consumidos no país, 400 mil venham de palhas, paus, sementes de açaí e milheto.
Na avaliação da indústria, a degustação sensorial exige muito treino e é um sistema subjetivo para determinar a qualidade do produto.
Após muitas contestações e interrogações, a instrução foi revogada. Agora, o mercado vai repensar esse trabalho, desenvolvendo uma autorregulamentação que envolva toda a cadeia: produtores, exportadores, indústria e até o varejo.
Uma regulamentação do setor é importante para todos, segundo Nathan Herskowicz, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).
Os produtores vendem mais grãos, as indústrias não têm uma concorrência desleal e os consumidores terão um produto de melhor qualidade, afirma ele.
A posição do Ministério da Agricultura também vai nesse sentido. Consultado pela Folha, o governo diz que a revogação, além de contar com o apoio dos produtores, aponta para abertura de espaço para que, num futuro próximo, seja elaborada uma proposta de autorregulação.
É função do Ministério da Agricultura proteger o produtor e garantir a qualidade e segurança dos produtos "in-natura", segundo o órgão.
A Abic já tem um programa de qualidade com grau de exigência ainda maior do que aquele que o governo queria implantar na instrução normativa, mas, às vezes, esbarra em dificuldades para punir infratores.
As informações são da Folha de São Paulo, adaptadas pelo CaféPoint.
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!
Deixe sua opinião!

LINHARES - ESPÍRITO SANTO - PESQUISA/ENSINO
EM 04/03/2013

NOVA RESENDE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/03/2013
Ofereci um pacote de café (preparado e torrado com todas as recomendações técnicas prevista pelos profissionais da bromatologia) a uma consumidora de café de supermermado. Após provar o meu café ela concluíui: "Prefiro o do supermercado. Ele é mais forte". Aí fiquei pensando que o café que o Dr. Darcy Ribeiro de Lima propaga está longe da mesa de nossos consumidores e, portanto, longe das benesses que o café pode trazer a nossa saúde, contribuindo, por exemplo, para a menor incidência da A doença de Parkinson (DP). Antes que qualqer lei é necessário muito trabalho educativo. Enquanto isto os compradores de escolha continuam comprando carros do ano e construído mansões.

SERRANIA - MINAS GERAIS
EM 01/03/2013
O nosso governo bate cabeça para controlar a inflação , hora benefia importação , ora exportação . Terrível convivencia . Dá com uma mão e tira com outra . Já internamente tenta desonerar certos setores, porém são medidas casuais . Se o Brasil quiser tratar do mundo terá que "" subsidiar "" muito além os pequenos produtores . 1º POLITICA INTERNA , DEPOIS EXPORTAÇÃO Em relação à qualidade dos cafés que bebemos aqui é ironia . Se fosse uma bebida de qualidade todos levariam vantagem ( produtores e consumidor ) . Pois somente o mercado interno faria os preços se elevarem . Que fechem as torrefadoras trambiqueiras.
A melhor sugestão foi dita em outro postado. Fazer - LEI - a CONAB - Governo : Comprar os cafés podres que a população bebe e juntamente cobrar uma taxa dos exportadores que seja mais um imposto para esses exportadores que nos exploram. Bebemos anualmente. Consumo Interno- 10 milhões de sacas de café podre e 10 de Conilon . Vergonha.
Deputado Carlos Melles, comece um abaixo assinado e faremos lei neste País / 1.3 milhões de assinaturas damos entrada num projeto de lei . O dia que acordarmos. Seremos nós, a população a traçar nossas prioridades. Ate lá seremos eternos produtores de materia prima - Séculos 15,16,17,18,19,20,21.

GARÇA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 28/02/2013
Abraços.
<em>* Inserido pela edição do CaféPoint</em><br type="_moz" />

CAMPO BELO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 28/02/2013

CACONDE - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 27/02/2013

CAMPO MOURÃO - PARANÁ - PESQUISA/ENSINO
EM 27/02/2013

MUQUI - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 27/02/2013
. Sem a norma em vigor ficará ainda mais facil para os torrefadores adulterar o cafe. Mesmo com o selo da Abic.

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO
EM 27/02/2013

ANDRADAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 27/02/2013
Por essa razão é profundamente lamentável a decisão do MAPA. Essa decisão somente interessa a quem lucra com café de baixa qualidade que em situações normais teria que ser destruído e não entregue à população.
As indústrias sérias e os produtores que lutam para melhorar a qualidade do café ofertado é que saem perdendo. O resultado é a invasão de café, com valor agregado no exterior, vendido aos brasileiros a preços absolutamente abusivos. O café brasileiro, se não misturado com porcarias, é tão bom quanto qualquer café produzido fora, senão melhor.
Na verdade, os processadores europeus enriquecem seus blends com café do Brasil, que aqui chegam em cápsulas de 7 gramas, a 3.580% mais caro do que quando saíram em forma de grãos verdes. É dessa forma que estamos "incentivando" o agronegócio do café em nosso país.
ESPÍRITO SANTO DO PINHAL - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 27/02/2013
No caso do café , constatado a adulteração , deveria ser indiciado o industrial e o comerciante , assim o comércio exigiria qualidades minimas dos produtos vendidos no seu estabelecimento , pois muitas vezes as grandes redes de supermercados querem sugar a industria e forçam eles industrializarem qualquer coisa , então se um produto é vendido nas suas gondolas e é adulterado , o supermercado também é responsável.
Agora falando de café , para melhorar a qualidade e para aumentar o consumo , devemos expurgar o café preto e ardido , e não precisa de legislação para fazer isto.

SERRANIA - MINAS GERAIS
EM 27/02/2013

GARÇA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 27/02/2013
LAVRAS - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 26/02/2013