IN 16 reforça Selo de Pureza ABIC

O novo Regulamento Técnico para Café Torrado em Grão e Café Torrado e Moído, implementado pela Instrução Normativa N° 16, do Ministério da Agricultura, e em vigor a partir desta quarta-feira (23), conta com o apoio da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café e vai potencializar o seu Selo de Pureza, certificação pioneira na área de alimentos e bebidas lançada há 21 anos e até hoje ativa.

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O novo Regulamento Técnico para Café Torrado em Grão e Café Torrado e Moído, implementado pela Instrução Normativa N° 16, do Ministério da Agricultura, e em vigor a partir desta quarta-feira (23), conta com o apoio da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café e vai potencializar o seu Selo de Pureza, certificação pioneira na área de alimentos e bebidas lançada há 21 anos e até hoje ativa. A opinião é do presidente da ABIC, Almir José da Silva Filho, para quem a nova regulamentação vai reforçar as iniciativas da entidade "para combater a fraude e a adulteração, melhorando a qualidade do café e auxiliando as indústrias de todo o país que atuam corretamente e merecem que seus produtos sejam reconhecidos pelo varejo, pelos consumidores e tenham o justo valor".

Ele acredita que o setor está preparado para a regulamentação em virtude, principalmente, do programa do Selo de Pureza que hoje certifica 1.075 marcas de 454 indústrias associadas. Essa certificação só é dada após o produto ser coletado no varejo e analisado em laboratórios credenciados, prática feita aleatoriamente ao longo do ano. São mais de 3 mil análises anuais. Nestes 21 anos, mais de 51 mil análises foram feitas. "Esse controle efetivo é uma garantia de segurança para o varejo e os consumidores", diz o presidente.

Para a ABIC, a melhoria contínua da qualidade do café oferecido aos consumidores é uma das razões que faz o mercado interno ser um dos que mais crescem no mundo. Em 2010,foram industrializados 19,13 milhões de sacas de 60 kg, o que representa um crescimento de 4,03% em relação a 2009, que havia sido de 18,39 milhões de sacas. Esta taxa é mais do que o dobro do aumento médio do consumo mundial de café.

Agora, com a implementação da IN 16, o trabalho da ABIC de conscientização dos associados quanto à qualidade do produto será reforçado. "Os industriais precisam redobrar seus cuidados na compra de matéria-prima, exigindo de seus fornecedores a qualidade que lhes será exigida no ponto de venda", diz Almir Filho. A entidade preparou um Guia da Qualidade que traz especificações da IN 16, informações técnicas sobre métodos de controle de impureza e de controle e análise da umidade, e com modelos de registros de todos os procedimentos. "São sugestões para que as indústrias implantem novos controles principalmente da matéria-prima adquirida e recebida."

As informações são da Tempo Comunicação, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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Fernando de Souza Barros jr.
FERNANDO DE SOUZA BARROS JR.

SÃO PAULO - SÃO PAULO - TRADER

EM 27/02/2011

Prezado Robson.

Leia o nosso artigo no site sincal.org.br para voce ter uma idéia.Estes residuos,palha,pau,preto,o ardido que inclusive faz mal a saúde(ten fungos,fusarium por exemplo) - aonde está a Anvisa para ver isto? Ao voce não usar esta bagulhada vai valorizar o seu café entendeu! Café é café e não bagulho.
Mas esta IN 16 foi criada para tentarem fugir da rotulagem do café torrado e moído
pois voce quando compra um adubo,um defensivo,um remédio,um molho de tomate,um guaraná vem escrito na embalagem o que contem ali dentro certo?
A rotulagem é para dar a oportunidade e a transprencia na venda do produto ao CONSUMIDOR que é a sua razão de existir.Ë que nem o vinho,voce escolhe a variedade da uva que voce quer.Agora eles fazerem teste sensorial no café numa escala de 1 a 5 é uma PIADA pois isto é muito subjetivo e para voce ter uma idéia um classificador dá nota 2, o outro dá 3 e aí? Vou discutir isto na Justiça?? Eles enganaram mais uma vez o Governo e agora dizem que estão formando os classsificadores (vai demorar 2 anos) para fazerem os testes. Concluindo meu amigo se voce quer valorizar o café não venda o bagulho e venda mais caro o que é café de fato. Abraço e até mais.
Robson França Rodrigues
ROBSON FRANÇA RODRIGUES

MUQUI - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/02/2011

Quando os produtores beneficiam o café sai da maquina um residuo que aqui na minha região é chamado de escolha,que dependendo do ano poderá ser até 40% da produção total deste residuo,que os produtores vendem bem mais barato para os comerciantes afim de obter um rendimento a mais já que a maioria só possuem o café como fonte de renda.Gostaria de saber o que este novo regulamento técnico fala sobre este resíduo.