Para garantir a qualidade do café no estado, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) intensificou as fiscalizações fixas e móveis, com inspeções de propriedades e controle do trânsito vegetal. O IMA baixou portaria que disciplina a produção, a entrada, o comércio e o trânsito de mudas de café no estado.
A medida considera a necessidade de proteger a cafeicultura mineira dos prejuízos provocados pelo nematóide das galhas: Meloidogyne spp, parasitas que atacam a raiz das plantas, provocando secagem e desfolha, além de reduzir seu crescimento. São os pivôs das maiores perdas na cafeicultura. Suas características de ampla disseminação, alta capacidade reprodutiva e agressividade os tornam responsáveis por 15% da redução total da produção brasileira de café, informou a assessoria de comunicação do IMA.
Segundo as normas estabelecidas pelo instituto, é obrigatório o cadastro de viveiros de produção de mudas de café, identificando o destino das mudas.
Para entrada, comércio e trânsito das mudas em Minas Gerais, é obrigatório o porte da Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), fundamentada no Certificado Fitossanitário de Origem (CFO), no qual deve constar, em sua declaração adicional, que as mudas estão isentas de Meloidogyne spp.
IMA intensifica fiscalização em cafezais mineiros
Para garantir a qualidade do café no estado, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) intensificou as fiscalizações fixas e móveis, com inspeções de propriedades e controle do trânsito vegetal. O IMA baixou portaria que disciplina a produção, a entrada, o comércio e o trânsito de mudas de café no estado.
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